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Unimed-RJ propõe momento de reflexão sobre a comunicação interna

30/05/2012 – 18:13:52

Por Janaína Machado

A palestra de número 16 deste segundo dia do Congresso que a Mega Brasil realiza, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, foi um verdadeiro momento de reflexão proporcionado por Rafael Oliveira, coordenador de Comunicação da Unimed – Rio. O tema pelo qual ele discorreu foi a “Comunicação Interna na Unimed-Rio: Conquistas, Desafios e Barreiras para gerar aprendizado” e ele aproveitou para provocar a plateia com questionamentos acerca de seu processo em todo o país: “Como ela, a comunicação interna, está hoje sendo tratada no país? Para que ela serve? Como estamos e para onde vamos?”, perguntou.
Em suas reflexões, o também professor universitário disse que é fundamental que os profissionais de comunicação que atuam em uma área interna de uma empresa escrevam escrever textos concisos, menos jornalísticos, de forma mais ágil, pois estão lidando com o cliente interno. E este está cada vez mais focado em metas, sem tempo para ler notícias muito elaboradas.
O foco e desejo de toda área de comunicação interna de uma empresa é ser estratégico desde o início, realizar planejamentos e executá-los de forma a mostrar que não está no fim da linha de produção. “Temos que acabar com a era da comunicação interna como mero fazedor de jornalzinho. O importante é gerar informação, conhecimento, aprendizado, mudança de comportamento. Que tal gerar “educomunicação”, fazer com que os funcionários se sintam esclarecidos para melhorar seu trabalho?”, questionou.
Para Oliveira, é fundamental considerar este aspecto, uma vez que os funcionários se comunicam dentro da empresa e querem saber o que está por trás de cada informação. “Textos simples e informativos, esta é a minha proposta”, disse. Outro ponto levantado por Rafael Oliveira foi a questão a do compartilhamento de material via redes sociais corporativas. “É uma forma de acabar com guetos dentro das empresas, criando, inclusive, vínculos emocionais em função do engajamento e colaboração de pessoas de outras áreas. Sou a favor de rever processos, pois em algum ponto da criação da Comunicação Interna ela começou errada e deve ser mudada.”
Aproveitar a tecnologia e a simplificação que ela criou é o caminho a ser seguido. “Mobile e storytelling são ferramentas para ficarmos de olho, pois podem muito bem ser aproveitadas”, disse. “Nossa missão como comunicador está mudando, assim como nosso público e os canais de comunicação. Tudo está passando por aprimoramentos e estudos. As empresas estão se transformando, mas e nós?” (Foto: Agência Imagem)

 
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Publicado por em 31/05/2012 em Uncategorized

 

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Comece 2012 mudando você!

Se você achou o ano de 2011 foi desafiador na área de comunicação, não sabe realmente o que te espera para 2012!

O ano de 2012 já entrou nos deixando na alma a plena certeza de que tudo que aprendemos em 2011 vimos ou lemos será amplificado até dezembro. E, não temos a menor ideia onde isto tudo irá parar!
Terminamos 2011 sabendo que este novo ano que acaba de nascer, teremos que ser muito mais inovadores, mais criativos, mais empreendedores, mais comunicativos, mais competitivos, mais mutáveis, mais, mais, mais…

Aprender mais é a palavra de ordem se você quiser continuar no mercado e visível nas redes sociais. Compartilhar conhecimento e informação, nem se fala. Ficar parado, deixar de ler o jornal um dia, não acessar a rede nem um segundo da semana, não sei não: sua vida pode estar por um fio. Sabe por quê? Você ficará por fora de tudo que possivelmente está acontecendo a sua volta. Devore o que puder: economia, política, tecnologia, mercado, marketing. Não faça distinção. Até mesmo saber do mais bobo seriado que está fazendo sucesso em um determinado canal ou na rede social é fundamental.

Parece estranho, mas é verdade. Estamos cada vez mais conectados e cada vez mais sedentos por informação, mesmo achando que não há necessidade para tanto. O #fato é que não conseguimos absorver a metade do que vemos durante o dia, mas temos que pelo menos passar o olho para não nos sentirmos idiotas diante de uma mesa de almoço, em uma conversa com familiares, filhos ou amigos, pois no mundo de hoje até mesmo a terceira idade já notou que estar conectado é saber que o mundo girar em uma velocidade avassaladora.

Ler e estar ligado à rede mundial, adquirir conhecimento e informação será no ano de 2012 condição sine qua non para dizer aos outros que “sim, sou uma pessoa informada e antenada com os acontecimentos que andam circulando pelo mundo e pelas redes sociais. Estou disposto a aprender, estou aberto para o mundo de hoje e as exigências do mercado.”

Então meus amigos, estejam preparados, pois a real mudança para 2012 está em você. Comece por você. Não fique parado. Não trace limites para seu aprendizado, para seu conhecimento. Não ache dificuldades entre cadeira e teclado. Ops! Agora, entre seus dedos e uma tela touch. Se você acha que seus olhos estão cansados e que fica plugado menos tempo do que deveria, prepare-se! A cada semana novos equipamentos irão surgir e muitas experiências adicionadas a eles. Além é claro, de muita e muita informação. Aconselho também a procurar ajuda com seu oftalmologista, pois vai precisar. Seus olhos ficarão cansados de tanta informação e este especialista está aí para nos auxiliar com as melhores lentes que há no mercado para que você possa enxergar melhor tudo que há na sua tela do iPad, iPhone, tablet, notebook ou desktop.

Não faça de seu iPad apenas um aparelho para dizer aos amigos que comprou em uma viagem de férias para a Flórida com seus filhos ou para Nova York com os amigos. Use-o para melhorar seus conhecimentos. Sem eles o mercado te engole e você emburrasse!
#ficaadica, conhecimento, informação, inovação, criatividade, ideias cada vez mais mirabolantes, empreendedorismo e competição cada vez mais acirrada, muita leitura, será fundamental para fazer com que você permaneça no mercado. Vá a palestras, seminários, congressos, saiba o que está rolando no mundo também além de sua telinha. Eles apresentam cases e muita troca de experiência.

Vou dizer mais: se está trabalhando em uma empresa e ela ainda não entrou na era da web 2.0 e ninguém dentro dela ainda não ouviu falar em marketing digital, transmídia, empresas startup! Iiiiiih, não sei não! Melhor você trocar de empresa, emprego e tratar de se informar rapidinho! Assim como o ano de 2011 voou, irá acontecer o mesmo em 2012. A web 3.0 já está batendo a nossa porta e você está parado aí, lendo o meu artigo com aquela cara de medo e sem saber por onde começar e o que realmente fazer? Mexa-se! Faça logo a sua mudança!  Sem tudo o que te disse o mercado irá lhe engolir e lhe queimar como um dragão.

Feliz 2012! Corra, fulano Corra! Ser fã de Star Wars, Star Trek é legal e Cult, mas, são momentos de lazer em sua vida! Saiba que George Lucas, este homem que tanto admira por ter feito um filme que revolucionou a sua adolescência ou infância é mais antenado do que você. Bem-vindo ao mundo da tecnologia, da transmídia e de tudo que é digital.  Bem-vindo 2012!

 

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Líder! Está na hora da mudança

        Entrou na empresa, comece a entoar o mantra: “Ser aberto; ser transparente e ser autêntico.” Não é a Plano B que está falando para o líder ser assim, quem está dizendo é Charlene Li em seu mais recente livro “Liderança Aberta”, que acabo de devorar.

      Mas, quantos líderes, gerentes, coordenadores você conhece e que pratica uma liderança aberta? Mais ainda, quantos profissionais de primeira linha você conhece e que são realmente transparentes? Reflita com cuidado e seja justo. Certamente levou um tempinho para se lembrar. Sabe por quê? Resistência! Poder sobre os seus funcionários!

      A resistência é fácil de analisar. O gerente que não pratica este tipo de liderança que já está dominando o mundo corporativo acha que ser aberto é o momento que ele perderá o controle de sua administração, de sua equipe e do trabalho. Tradicionalmente, ter o controle central é a solução. Como assim? Ainda tem gerente que pensa desta forma? Não se espante! A lista é imensa! 

            Com os avanços tecnológicos este tipo de controle tornou-se impossível de administrar e muitas empresas e muitos gerentes ainda não conseguiram enxergar que uma vez navegando pelas mídias e redes sociais a liderança automaticamente será aberta, podendo melhorar a comunicação, a eficiência da equipe e a tomada de decisão.

            Já pensou em ter um gerente assim? Eu tive poucos, quando não tinha ocorrido a explosão das mídias e redes sociais. Hoje, os acompanho e fico orgulhosa de vê-los ainda atuando em grandes empresas seguindo principalmente os instintos e pensando da seguinte forma: se eu for aberto, se for transparente e se minha equipe puder utilizar as mídias e redes sociais, ela certamente estará mais bem informada, estaremos compartilhando informação e conhecimento. Todos nós iremos lucrar.

            Como diz Charlene Li que sou fã ardorosa:

                                     “O conceito de liderança exige uma nova abordagem, nova mentalidade e novas   competências. Não é suficiente ser bom comunicador. É preciso ser firme ao compartilhar perspectivas e sentimentos pessoais para desenvolver relacionamentos próximos. Comentários on-line não podem ser evitados e não devem ser ignorados. Ao contrário, eles devem ser abraçados como oportunidades de aprendizagem. É necessário, portanto, que estejamos abertos tanto para felicitações como para reclamações todos os dias”.[1]

            Realmente é uma nova mentalidade e poucos no Brasil ainda pensam desta forma. Conheço grandes empresas que ainda teimam em permanecer com o antigo modo de liderança e ainda, uma liderança ameaçadora, principalmente quando há avaliações 360˚. Grandes empresas que não deixam seus funcionários acessarem as redes e mídias sociais com medo da perda de poder e do excesso de informação. Empresas que ainda preferem se manter e se sentem “seguros” com a divulgação de comunicados distribuídos pela comunicação interna. Conheci gerentes que chegavam à empresa beijando seus funcionários como forma de um bom dia de trabalho tentando passar uma gestão aberta, transparente, aconchegante, amiga. Mas na hora do vamos ver…

Este tipo de liderança não tem sobrevivência. Muitas empresas já estão provando que não vale a pena. Sei de muitas que já estão colhendo os frutos desta nova forma de se relacionar. São Empresas 2.0. Que já romperam barreiras vive o futuro, uma nova era e não desejam voltar à forma antiga de liderar. Apesar de ser bem mais difícil e mais complicada de se administrar, pois coisas boas e ruins são compartilhadas, este é o melhor jeito de vencer obstáculos junto à equipe. São empresas que respondem o bom e o ruim, que escutam seus funcionários sem distribuir em reuniões olhares e tons ameaçadores.

Saiba que abrir mão do controle é inevitável. Se não tem o caminho das pedras para começar a realizar este trabalho, aconselho reflexão e compre o livro da Charlene Li. Um horizonte irá se abrir para você que é líder de qualquer empresa. Pequena, média ou grande, não importa. O que você realmente deve pensar é que as mídias e redes sociais estão transformando o mundo e acima de tudo isto, nas empresas estão transformando o modo de liderar.

                                                                                          MUDE!


[1] Li, Charlene, “Liderança Aberta” , Editora Évora, pág, 9, 2011

 

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Hã? Férias? Que férias?

No último dia de julho fui pega de surpresa. Liguei para minha prima, com a intenção de marcar aquele cineminha de criança com sua filhota e minha sobrinha de 8 anos e ganhei um: não vai dar. Para a minha infeliz surpresa, no dia seguinte ela já estaria de volta às aulas.

Como assim? Quando eu e minhas primas tínhamos férias elas eram imensas. As sonhadas férias de final de ano duravam três longos meses e só voltávamos para o colégio depois do Carnaval, quer dizer, férias começando no final de novembro e iniciando em março. No meio do ano então, eram férias de um mês e meio.

Descobri que a coitadinha de minha sobrinha tem apenas 15 dias no meio do ano e um mês e meio quando termina o ano letivo. Me bateu uma preocupação. O que a era da informação, do conhecimento, do avanço tecnológico, da transformação está fazendo com nossas crianças? Certamente estas crianças já estão transformadas. São crianças cansadas, que não tem tempo nem para brincar, enfurnadas em casa o dia inteiro em companhia do computador, enquanto seus pais trabalham.

Uma diferença louca entre a Geração X, Y e esta que a minha sobrinha pertence e ainda não tem nome: @ ou Z. A minha geração aprendeu a ter férias ao ar livre, brincando de roda, andando de bicicleta, passando meses na casa de verão da família, curtindo cada segundo, fazendo expedições e roubando caju e carambola das casas vizinhas. Raramente vemos crianças assim.

Hoje a Geração Y e Z não conseguem se desgrudar de seus Ipods, IPhones, e computadores. As brincadeiras de criança foram trocadas pelos jogos interativos. A praia pelos shoppings e assim mesmo, com os olhos grudados no celular.  No Natal a gente pedia bonecas, autoramas, patins, Atari – o PlayStation da época. Brinquedos que levam a garotada da Geração Y e Z morrerem de rir.

Poucos são os pais desta nova geração que se preocupam em tão pouco tempo dar férias aos seus filhos. Cinema, praia, interação com os amiguinhos fora da escola.

Não estou aqui condenando a Internet. Ela modificou nossas vidas, como nos relacionamos e fazemos amigos. A nova geração faz amigos virtuais e a Geração X acha os velhos amigos na rede social e adquiri novos da mesma forma que a Y.

A Internet é um mundo incalculável de informação e é claro, queremos que a Geração Y e Z saiba utilizá-la de forma adequada.  Fiquei horrorizada ao ler no final de semana a notícia de um menino inglês que morreu após uma trombose. Ele tinha o vício de ficar 12 horas por dia em frente ao computador, se comunicando com os amigos e brincando com jogos virtuais. O pai dele informou que o menino era uma criança que não dava trabalho, pois estava longe das drogas e perto dos olhos da família. O que este pai não conseguiu perceber é que seu filho, apesar de estar perto dos olhos protetores da família acabou morrendo porque não se exercitava, não levantava um único segundo em 12 horas para movimentar braços e pernas.

Perto dos olhos, longe do coração. Acho que não é exatamente isto que queremos para nossos filhos. Como qualquer pai protetor o ideal é estar perto dos olhos e do coração. Eles podem e devem utilizar todos os avanços tecnológicos. É inevitável o acesso, hoje toda a informação circula pela Internet e lá dentro está o mundo.

A Geração X se adaptou a todos os avanços para acompanhar seus filhos e futuros netos. Uma geração que se desconstruiu para se reconstruiu e nascer junto com esta nova era. Mas ainda se deparam com as diferenças de quando eram crianças e não é difícil estranhar e principalmente comparar.

Quem faz parte da Geração X se lembra perfeitamente que era ótimo curtir uma viagem com os amigos. Hoje, os novos jovens sabem que curtir é um enter no botão no Facebook. A geração anterior também fazia natação, inglês, jogava futebol, vôlei, balé, estudava piano. Eram atividades variadas, extras e amadas. A nova não consegue nem respirar, fazem tudo isto e ainda ganharam de brinde: espanhol, judô, capoeira e se duvidar em breve, mandarim. O negócio é voltar para casa junto com os pais. Eles possuem uma agenda adequada às etapas de trabalho que seus pais devem cumpri durante o dia. Nas férias: computador.

O Admirável Mundo Novo já chegou e muitos nem se deram conta de que ele se moderniza a cada dia. Transformações, inovações, ideias, criatividade, conhecimento, informação são oferecidos de forma ilimitada na internet e está ao alcance dos dedos e olhos de qualquer geração.  Mas tudo tem seu tempo e sua hora.

Já que: “Querida, encolhi as férias” e os pais quase não conseguem coincidir as férias com a de seus filhos, o jeito é ter um bom computador em casa para acabar com a solidão destas crianças. Isto é certo? Diminui a culpa dos pais trabalhadores? Sei não!

Mas, férias são férias. Vale dar férias também para a Internet. O problema é que as novas gerações acham que ficar um segundo longe dela estará fora do grupo e das inovações. Se sentem excluídos quando não sabem das novidades ao mesmo tempo dos amigos. Uma geração que prefere e se acostumou a trocar divertimento por aplicativos, pois estes são os divertimentos.

Já que o computador virou playground só resta aos pais não se culpar. Fiquem de olho para que não vire um vício, a ponto de esquecer a vida. Quanto ao meu cineminha com minha sobrinha, ficou adiado. A pobrezinha já volta tendo que fazer prova. Oh vida dura essa da Geração Y e Z, cada vez mais informatizada, mas se não for assim…

 

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De novo na área

Enfim, voltando a escrever para o blog. Confesso que ele ficou parado por um longo período para meu desespero diário. Como todo mundo diz: nada é por acaso. Foi necessário, pois precisava refletir sobre a área de comunicação e terminar definitivamente a minha tão falada monografia para finalizar o curso de Pós-graduação em Relações Internacionais.

Bem, durante este tempo eu não larguei os livros de comunicação. Aumentei bem a minha biblioteca pessoal, descobri bons autores e outros que nem vale a pena falar. Só me pergunto como conseguem lançar livros. Também li tudo o que poderia para terminar a minha monografia que teve como tema “Islamismo 2.0”. Adorei fazer. Um momento pessoal de puro enriquecimento cultural que não tem preço. Fiz uma análise do uso das redes sociais nos recentes levantes, fazendo uma comparação da Revolução Islâmica no Irã de 1979 com a de junho de 2009. Este tema foi apresentado em minha palestra no Circuito 4×1 do Rio de Janeiro em 29 de abril de 2011.

Você que está lendo este texto avise aos amigos: o blog da Plano B voltou e Janaína Machado está na área. Não pensem que eu não estava observando o mercado de comunicação e o que acontecia no seu dia a dia. O que me deixou mais espantada todo este período foi à velocidade com que a informação está chegando e atropelando as nossas vidas. Cada dia que passa fica mais complicado em acompanhar a velocidade e a enxurrada de informação que chega.

Faço a seguinte pergunta: Você consegue ver e acompanhar tudo que sai nos jornais, revistas, sites, blogs, Twitter, Facebook, LinkedIn, YouTube, Google +, etc.? Impossível é a minha resposta. Pense na sua.

Por mais seletiva e usando aplicativos que me ajudam nesta seleção, não consigo ler tudo que vejo ou mandam para mim. Almoçar com amigos para falar sobre as novidades, participar de eventos como Descolagem e o Circuito 4×1 ajudam nesta seleção. Mesmo assim, saimos deles mergulhados em um oceano de informação.

O jeito foi delimitar ainda mais os assuntos de interesse. Uma pena, mas o cérebro não tem capacidade para tanto. Apesar de um assunto muitas vezes puxar outro e de repente, nos vemos estudando mais um tema para não ficar com aquela cara de bobo por desconhecer totalmente o que está sendo falado. E atire a primeira pedra quem já não passou por uma situação dessas.

Estar de novo na área significa que venho com mais bagagem, pois participei de alguns eventos, fui palestrante e li muito, principalmente assuntos que poderiam interessar a Plano B. Liderança, Geração X e Y, Mídias e Redes Sociais e a minha querida e inseparável Comunicação Interna e Corporativa. Foi um momento de pura desconstrução, de ruptura pessoal para voltar com a cabeça cheia de ideias e principalmente lotada de bagagem cultural.

Então, não vou ficar aqui de blá, blá blá. A monografia está pronta e estou feliz com isto. E o melhor, a Plano B está coordenando a área de comunicação, mídias sociais e redes sociais e é parceira da Brains at Work. A partir de agosto vamos ter muitos temas para falar por aqui. Não poderia deixar meus leitores órfãos de pai e mãe. Sei que muitos gostam de minha opinião e de meus posts. Temos muito trabalho pela frente e quero compartilhar este momento pessoal.

Agosto está aí e a Plano B também. Obrigada a todos os amigos que me apoiaram neste período de afastamento. Valeu!

 

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Don Tapscott no Espaço Aberto Ciência e Tecnologia

O escritor e consultor canadense Don Tapscott é conhecido no mundo inteiro por ter dedicado anos de sua vida em estudos sobre as gerações e agora, principalmente a  Geração Y. Ele é autor de 13 livros que nós, profissionais de comunicação, temos a obrigação de ler e possuí-los em nossa biblioteca.

Reproduzimos aqui para nossos leitores a entrevista que Tapscott concedeu ao Programa Espaço Aberto Ciência e Tecnologia, da GloboNews, onde ele fala sobre a Geração Net ou Geração Digital que tanto tem sido estudada e comentada nos últimos tempos.

 

 

 

 

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Sem escapatória: nenhuma empresa consegue fugir das redes sociais

Com toda certeza as empresas não terão escapatória e usarão as redes sociais. Mas, primeiros elas deverão perder o medo de compartilhar o conhecimento e a informação. Iste medo passará e se tornará uma tendência em um futuro muito próximo para que todas comecem a utilizar.

Boa matéria do site Administradores.com.br que a Plano B tem o prazer de reproduzir aqui para seus leitores.

viaSem escapatória: nenhuma empresa consegue fugir das redes sociais.

 

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