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Mídias Sociais nas Empresas. Usar ou não usar, eis a questão?

Este foi o tema de minha palestra, no dia 27 de março, no Instituto Infnet, no Rio de Janeiro, para a turma de formandos do Curso de MBA de Marketing Digital.

Por uma hora, falei o que achava, dei dicas, para alunos/profissionais com o intuito de aumentar o uso das Mídias Sociais dentro das organizações. Sabemos que o processo é lento, mas acreditar é fundamental. Perder o medo mais ainda. Já tinha falado isto em outra palestra no ano passado para empresários na Rio Info 2011.

O problema todo de usar ou não usar, além das questões de segurança, o pacote tem embutido uma série de medos como: a informação confidencial rolando dentro da empresa sem controle, perda de produtividade, todo mundo falando com todo mundo sem intermediários e assim vai a listinha aumentando sem que a organização decida definitivamente se usará ou não. E toque a enrolar com pesquisa. Quando fica tudo pronto, a tecnologia já está velha e o ciclo começa novamente.

Isto tudo foi explicado e debatido dentro da aula da professora Graça Taguti, que está ensinando aos alunos a melhor maneira de se implantar um blog corporativo. Eu inseri um monte de dicas do blogueiro e Diretor de Marketing e Comunicação da IBM, Mauro Segura, algumas dicas minhas, e ainda da doutora Carolina Terra.

Muitos alertas, como a modificação do perfil do cliente, da nova comunicação que surgiu por causa das mídias sociais e muito mais. Acabou a era do cliente de rádio, TV, jornal etc. Agora o cliente sabe o que quer e corre atrás e confia muito mais no que o amigo diz na Internet do que nas declarações das empresas.

Um mundo diferente, um portal que tem que ser atravessado e lá do outro lado é que o trabalho começa. Como disse o professor e doutor, Carlos Nepomuceno.

Foi muito legal saber do interesse dos alunos nesta questão, perguntas surgiram, foram respondidas e dicas dadas. Acho que contribui bastante para uma turma. O meu recado final é: volta para a empresa em que você trabalhe e mostre que A+B pode dar certo. Um bom planejamento estratégico,mesmo tendo suas alterações no meio do caminho (normal), uma excelente Política de Uso, já é um passo grande para que as empresas entendam a importância das novas tecnologias e que é preciso haver mais investimento do que o esperado.

Veja toda a palestra na página da Plano B Consultoria no Slideshare

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Hã? Férias? Que férias?

No último dia de julho fui pega de surpresa. Liguei para minha prima, com a intenção de marcar aquele cineminha de criança com sua filhota e minha sobrinha de 8 anos e ganhei um: não vai dar. Para a minha infeliz surpresa, no dia seguinte ela já estaria de volta às aulas.

Como assim? Quando eu e minhas primas tínhamos férias elas eram imensas. As sonhadas férias de final de ano duravam três longos meses e só voltávamos para o colégio depois do Carnaval, quer dizer, férias começando no final de novembro e iniciando em março. No meio do ano então, eram férias de um mês e meio.

Descobri que a coitadinha de minha sobrinha tem apenas 15 dias no meio do ano e um mês e meio quando termina o ano letivo. Me bateu uma preocupação. O que a era da informação, do conhecimento, do avanço tecnológico, da transformação está fazendo com nossas crianças? Certamente estas crianças já estão transformadas. São crianças cansadas, que não tem tempo nem para brincar, enfurnadas em casa o dia inteiro em companhia do computador, enquanto seus pais trabalham.

Uma diferença louca entre a Geração X, Y e esta que a minha sobrinha pertence e ainda não tem nome: @ ou Z. A minha geração aprendeu a ter férias ao ar livre, brincando de roda, andando de bicicleta, passando meses na casa de verão da família, curtindo cada segundo, fazendo expedições e roubando caju e carambola das casas vizinhas. Raramente vemos crianças assim.

Hoje a Geração Y e Z não conseguem se desgrudar de seus Ipods, IPhones, e computadores. As brincadeiras de criança foram trocadas pelos jogos interativos. A praia pelos shoppings e assim mesmo, com os olhos grudados no celular.  No Natal a gente pedia bonecas, autoramas, patins, Atari – o PlayStation da época. Brinquedos que levam a garotada da Geração Y e Z morrerem de rir.

Poucos são os pais desta nova geração que se preocupam em tão pouco tempo dar férias aos seus filhos. Cinema, praia, interação com os amiguinhos fora da escola.

Não estou aqui condenando a Internet. Ela modificou nossas vidas, como nos relacionamos e fazemos amigos. A nova geração faz amigos virtuais e a Geração X acha os velhos amigos na rede social e adquiri novos da mesma forma que a Y.

A Internet é um mundo incalculável de informação e é claro, queremos que a Geração Y e Z saiba utilizá-la de forma adequada.  Fiquei horrorizada ao ler no final de semana a notícia de um menino inglês que morreu após uma trombose. Ele tinha o vício de ficar 12 horas por dia em frente ao computador, se comunicando com os amigos e brincando com jogos virtuais. O pai dele informou que o menino era uma criança que não dava trabalho, pois estava longe das drogas e perto dos olhos da família. O que este pai não conseguiu perceber é que seu filho, apesar de estar perto dos olhos protetores da família acabou morrendo porque não se exercitava, não levantava um único segundo em 12 horas para movimentar braços e pernas.

Perto dos olhos, longe do coração. Acho que não é exatamente isto que queremos para nossos filhos. Como qualquer pai protetor o ideal é estar perto dos olhos e do coração. Eles podem e devem utilizar todos os avanços tecnológicos. É inevitável o acesso, hoje toda a informação circula pela Internet e lá dentro está o mundo.

A Geração X se adaptou a todos os avanços para acompanhar seus filhos e futuros netos. Uma geração que se desconstruiu para se reconstruiu e nascer junto com esta nova era. Mas ainda se deparam com as diferenças de quando eram crianças e não é difícil estranhar e principalmente comparar.

Quem faz parte da Geração X se lembra perfeitamente que era ótimo curtir uma viagem com os amigos. Hoje, os novos jovens sabem que curtir é um enter no botão no Facebook. A geração anterior também fazia natação, inglês, jogava futebol, vôlei, balé, estudava piano. Eram atividades variadas, extras e amadas. A nova não consegue nem respirar, fazem tudo isto e ainda ganharam de brinde: espanhol, judô, capoeira e se duvidar em breve, mandarim. O negócio é voltar para casa junto com os pais. Eles possuem uma agenda adequada às etapas de trabalho que seus pais devem cumpri durante o dia. Nas férias: computador.

O Admirável Mundo Novo já chegou e muitos nem se deram conta de que ele se moderniza a cada dia. Transformações, inovações, ideias, criatividade, conhecimento, informação são oferecidos de forma ilimitada na internet e está ao alcance dos dedos e olhos de qualquer geração.  Mas tudo tem seu tempo e sua hora.

Já que: “Querida, encolhi as férias” e os pais quase não conseguem coincidir as férias com a de seus filhos, o jeito é ter um bom computador em casa para acabar com a solidão destas crianças. Isto é certo? Diminui a culpa dos pais trabalhadores? Sei não!

Mas, férias são férias. Vale dar férias também para a Internet. O problema é que as novas gerações acham que ficar um segundo longe dela estará fora do grupo e das inovações. Se sentem excluídos quando não sabem das novidades ao mesmo tempo dos amigos. Uma geração que prefere e se acostumou a trocar divertimento por aplicativos, pois estes são os divertimentos.

Já que o computador virou playground só resta aos pais não se culpar. Fiquem de olho para que não vire um vício, a ponto de esquecer a vida. Quanto ao meu cineminha com minha sobrinha, ficou adiado. A pobrezinha já volta tendo que fazer prova. Oh vida dura essa da Geração Y e Z, cada vez mais informatizada, mas se não for assim…

 

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7 dicas para ter boas ideias

Você conhece este vídeo?

Ele é muito legal e acreditem, estou passando pela primeira dica: Maturação de ideias. Leva tempo! 🙂 Mas muito em breve sairá da gaveta um artigo novinho produzido por mim.

Por enquanto, curta estas 7  ideias reproduzidas neste vídeo da Revista Época.

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(Texto abaixo reproduzido do YouTube)

Em seu mais recente livro, Where good ideas come from — The natural history of innovation (De onde vêm as boas ideias — A história natural da inovação, sem data de lançamento no Brasil), Steven Johnson vai atrás das condições que possibilitaram ideias transformadoras.

 

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