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Arquivo da categoria: RH

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Os números de 2012

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

600 pessoas chegaram ao topo do Monte Everest em 2012. Este blog tem cerca de 11.000 visualizações em 2012. Se cada pessoa que chegou ao topo do Monte Everest visitasse este blog, levaria 18 anos para ter este tanto de visitação.

Clique aqui para ver o relatório completo

 

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Infográfico: Onde as empresas erram nas mídias sociais?

O portal HSM é uma fonte inesgotável de informações para o profissional de comunicação, RH, TI, etc. .

(Abaixo o blog da Plano B reproduz uma matéria relevante para seus leitores e que saiu publicado no site do HSM, no dia 15/12/2010.)

Fonte: A pesquisa foi realizada em julho de 2010 e teve como respondentes os assinantes da revista e newsletter da Harvard Business magazine. Foi complementada com 12 entrevistas em profundidade.Acesse “More Than Talk: The Search for Impact and Analytics of Social Media Use” para conhecer ainda indicadores como a percepção x a profundidade de informação e os benefícios que aparentam ser ainda maiores nas redes sociais.

 

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O “Y” da Questão – Como Identificar, Atrair e Engajar os Líderes Y

A Plano B Consultoria tem o prazer de reproduzir no blog para seus leitores a entrevista que palestrante e consultor, César Souza concedeu para o jornalista Heródoto Barbeiro no programa Mundo Corporativo da rádio CBN durante o CONARH 2010 em São Paulo, com a participação de Leyla Nascimento presidente da ABRH-Nacional.

Parte 1

Parte 2

Parte 3


 

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Comunicação face a face gera melhoria no clima interno

A jornalista Christina Lima entrevista para o Nós da Comunicação, o profissional de comunicação Fábio Betti,  que tem em seu currículo passagens pela Avon, Unibanco, Banco Real, Sodexo, Martin-Brower, e Schering-Plough. Ele prova que o olho no olho ainda é o melhor remédio para as organizações conseguirem manter o clima interna.

Ele mostra a importância deste tipo de comunicação, mesmo que seja difícil de se fazer. O diálogo tem que ser mantido para que se haja troca de informaçoes e percepções. Por sinal, este será o objetivo central de seu curso ao lado de Carlos Parente, ‘Comunicação face a face no processo de transformação organizacional’, ministrado em São Paulo, no dia 19 de agosto de 2010.

Nós da Comunicação – Entrevistas – Fábio Betti: ‘a comunicação face a face gera melhoria no clima interno’.

 

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Comunicação interna como instrumento mobilizador

(Esta matéria nao foi escrita pela Plano B. Pertence a Casa do Cliente e está publicada no site: Casa do Cliente Comunicação 360º, area noticias. Estamos reproduzindo aqui, no Blog da Plano B, por causa do grau de sua importancia, para que os leitores do blog possam tomar conhecimento do painel realizado com tres dos mais respeitados profissionais de comunicacao do pais.)

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“Não há mais espaço para competição entre as áreas de Recursos Humanos e Comunicação nas empresas. Essa foi uma das conclusões compartilhadas por Marcus de Barros Pinto, jornalista e diretor de comunicação integrada da Fischer/Sá Marketing Engineering; Nádia Rebouças, especialista em comunicação e diretora da Rebouças & Associados e Paulo Clemen, sócio-diretor de planejamento e atendimento da Casa do Cliente Comunicação 360º e diretor de relações institucionais do Nós da Comunicação. Os três participaram do painel ‘Comunicação e RH – Mais que Informar, Mobilizar!’, realizado no último dia do 36º Congresso Estadual de Recursos Humanos (RH-Rio), organizado pela Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro (ABRH-RJ).

Para Nádia Rebouças, esse comportamento está mudando. “Hoje em dia, não podemos dizer que é uma relação de ‘abraços’, é, porém, cuidadosa e muitas vezes receosa. Ainda temos um longo caminho pela frente”, afirma. Entre o público presente, que foi convidado a opinar sobre esta questão, a maioria definiu a relação como ‘formal e conflituosa’. Para Paulo Clemen, se a pergunta fosse feita tempos atrás, a resposta seria ‘conflituosa e competidora’. “Entretanto, hoje, não há mais espaço para este tipo de competição”, reconhece.

A diretora da Rebouças & Associados defende que a comunicação interna, como ferramenta transformadora, deve ser pensada como a publicidade, uma atividade que lida com o desejo e a necessidade. ”É preciso ‘embalar’ a informação como um produto para gerar interesse dos colaboradores”, acredita Nádia. “Caso contrário, ninguém terá vontade de ler o jornal mural”.

Paulo Clemen concorda. Ele acredita que, além disso, é preciso praticar uma comunicação mais emocional e menos imperativa. “Hoje, cada vez mais, usamos meios alternativos e interativos permitindo aos colaboradores agregarem valor à informação comunicada. Afinal de contas, comunicação é um diálogo, uma troca”, completa.

No contexto do fluxo comunicacional, o diretor da Casa do Cliente Comunicação 360º comentou sobre o comportamento da área de Recursos Humanos. Para ele, é preciso ouvir e ter um olhar atento. O RH tem que acreditar em seus parceiros, porque hoje ninguém faz nada sozinho.

Marcus de Barros Pinto complementou lembrando da metáfora que compara a comunicação ao frescobol, jogo que tem como regra manter a bola no ar o maior tempo possível, diferentemente do tênis, esporte em que um jogador tenta, a todo o momento, fazer o outro errar a bola.

Outra questão levantada foi: ‘Quem mais estimula a colaboração dos funcionários no dia a dia da empresa?’. A maioria dos congressistas escolheu os colegas de trabalho como os grandes incentivadores da participação em assuntos relevantes da organização. Poucos responderam que são os líderes.

Para Nádia, o pior índice de todos, em relação às lideranças, é o feedback. “Os executivos ainda acreditam que precisam ser duros e distantes para serem respeitados. Esse distanciamento hierárquico está relacionado à cultura brasileira”, supõe. “Entretanto, sinto que existe uma vontade de mudar. Hoje, os líderes não são mais os donos da empresa, pelo contrário, são também empregados”.

Uma das soluções para esta falta de tato é cultivar um relacionamento saudável com os funcionários da empresa, acredita Paulo Clemen. Ele deu como exemplo o caso de uma companhia que resolveu, numa sexta-feira, incentivar uma atitude mais participativa de seus funcionários. “Na segunda-feira seguinte, em uma reunião, um executivo praticamente ordenou, batendo na mesa, que seus funcionários participassem e isso acabou deixando todos inibidos. Um relacionamento produtivo só é possível quando a liderança estabelece uma confiança com seus colaboradores”, concluiu.”

 

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Postura Empresarial

200573715-001Acho que postei um texto polêmico. Esta impressão irá depender de cada leitor. Alguns irão achar que estou certa e outros acharão que estou completamente equivocada. Mas, este post está sendo publicado com base em algumas lembranças que passei nestes últimos 10 anos, quando trabalhei com comunicação interna para uma grande empresa. Aprendi que além de muito estudo, ter dedicação ao trabalho, atender bem o cliente, passar motivação, valorizar funcionários, e informar bem todos que fazem parte da organização, era preciso adicionar ao meu perfil, uma postura empresarial.

Não estou me referindo ao modo de andar, falar etc. Mas, do funcionário aprender a se comportar diante de seu cliente interno. Saber atendê-lo adequadamente, ouvi-lo e respeitá-lo acima de qualquer relacionamento interno/externo. Claro que nos deparamos com clientes que acham que sabem mais do que você na área em que atua. São até arrogantes e prepotentes. Mas, você é profissional o suficiente para driblar esta situação com sua experiência.

Os recrutadores de RH deveriam ter mais tempo para analisar com cuidado o perfil e o psicológico de um candidato. Infelizmente isto não acontece devido à urgência para a ocupação de vagas nas empresas. A observação sempre é feita com mais detalhes por colegas e gestores no dia-a-dia de trabalho.

Parece bobagem, mas não é. Muitas vezes a postura de um simples funcionário pode acabar com uma equipe inteira e comprometer o trabalho e o esforço feito por meses e anos.

Não estou dizendo neste texto que os funcionários devem se portar como se trabalhassem para a Rainha da Inglaterra e obrigados a seguir o livro de etiqueta do Palácio de Buckingham. Claro que em uma reunião surgem momentos de descontração. Quero realmente dizer que certas posturas devem ser mantidas quando estamos diante de um cliente. A principal delas é manter uma atitude profissional, mesmo que do outro lado da mesa ou da linha esteja o seu melhor amigo de infância.eds033

Para mim, sempre um bom modo de fazer esta observação é confiar ao novo funcionário um evento supervisionado. As visitas técnicas são boas para este tipo de análise. Já tive pupilos que se revelaram em eventos e nestas visitas técnicas. Esqueciam tudo que eu havia lhe ensinado. Apresentava-se ao microfone não como coordenador, mas como se estive perante amigos do colegial. Mesmo não tendo a intenção, se portava de maneira equivocada, espelhando a postura que toda a equipe não tinha.

Além de todos os itens já relacionados no ótimo livro do Paulo Clemen, “Como Implementar uma área de Comunicação Interna”, ainda incluiria nesta lista, o comportamento e a postura. Manter um pouco de etiqueta, saber se apresentar, falar com seu cliente, diretores, presidentes, convidados da empresa de forma respeitosa etc. Temos    que ir além de tudo que aprendemos em casa, quando nossos pais nos ensinam segurar um garfo, falar, andar e saber se vestir. É importante nos portamos adequadamente em certas situações.

Como está no dicionário Houaiss postura é se comportar; porte; de proceder; posicionamento.

Vale lembrar que postura empresarial não está somente em manuais de como utilizar o e-mail, o twitter, a Intranet, os blogs empresariais etc. Está inserida também dentro do Código de Ética e Políticas Internas. Os funcionários precisam entender o que a empresa quer e qual a postura exigida, para que a organização seja uma referência, tanto externa quanto interna.

Alguns devem estar se perguntando. Mas, será que o autor deste post nunca perdeu a postura empresarial? Sim, mas tive dois mestres rigorosíssimos, que me ensinaram muito e estavam atentos a tudo que eu fazia, e ao sinal de um pequeno ou grande deslize eles conversavam comigo e prometia que nunca mais iria acontecer.

Depois de ler este post se autoanalise. Veja como você está se portando diante de seus clientes e dentro da empresa. Lembre-se que durante seu atendimento pode sim, haver descontração, mas nunca intimidades. Leia sempre o Código de Ética de sua empresa e a Política interna. Desta forma, estará evitando desconfortos empresariais.

 

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