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Arquivo da categoria: metodologia

Em São Paulo um Mega Congresso onde Comunicação é TUDO

      Comunicação é tudo, diz o Presidente da Aberje, Paulo Nassar em seu livro. Então, se você é profissional da área vá correndo fazer sua inscrição para o MegaBrasil Congresso de Comunicação Corporativa 2012, pois este é o lugar ideal para você comparecer no final de maio.
      São Paulo vai sediar mais uma vez, o maior Congresso de Comunicação Corporativa da América Latina e entre os dias 29 a 31 de maio, os corredores e salas do Centro de Convenções Rebouças estarão apinhados de profissionais sedentos para saber quais são as novidades que atualmente circulam no mercado de comunicação corporativa. Saiba, não são poucas!
      Um evento de altíssima qualidade que é impossível perder e, quando a gente não vai, ficamos grudados no Twitter, Facebook e em todas as outras mídias sociais querendo saber o que está rolando por lá.
      Mais de 15 mil profissionais já participaram deste Congresso e este ano tem uma novidade: uma versão 4 em 1. Quer dizer, será o 15º Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, o 13º Congresso Brasileiro de Serviço Público, mais o 3º Congresso Brasileiro de Comunicação Digital e o 1º Congresso de Marketing de Comunicação Corporativa. Já parou para pensar quanta novidade e quanto os profissionais de comunicação poderão aprender e trocar informações?
      Serão milhares de cases sendo discutidos, debatidos com Paulo Nassar, Marcos Jank, Presidente da ÚNICA; Fernando Neves, Diretor da Ketchum Digital; Luiz Antonio Flecha de Lima, Presidente da Flecha de Lima Relações Institucionais, empresa associada ao Grupo CDN; Paulo Pereira, Diretor de Comunicação da Bayer; Silvio Celestino, parceiro da RP1 Comunicação na área de treinamentos da agência e sócio-fundador da Alliance Coaching; Flávia Sekles, diretora de Comunicação Externa da Embraer, e Rosana Aguiar, Diretora de Gestão da Marca e Comunicação da Embraer; Renata Saraiva, Diretora Geral da Ogilvy Public Relations Brasil; Marco Piquini, Diretor de Comunicação Iveco América Latina; Angélica Consiglio, Sócia – Diretora da Planin Comunicação Empresarial; Luciano Suassuna, Diretor de Jornalismo do Portal IG; Kika Agostini, Diretora de Mídia e BI do Grupo TV1; Selma Santa Cruz, VP de Planejamento do Grupo TV1; e Nelson Marangoni, Diretor Presidente da MC 15; Milla Mathias, Advogada e Consultora de imagem e estilo pessoal; Sergio Kobayashi, jornalista, ex presidente da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e ex Secretário de Comunicação da Prefeitura da Cidade de São Paulo etc.
     Esta é uma pequena amostra dos palestrantes do primeiro dia do Congresso. A lista é maravilhosa e pode ser conferida no site do Congresso: http://www.megabrasil.com.br/congresso2012/Default.aspx Além dos palestrantes brasileiros o Congresso 4 em 1 terá palestrantes internacionais imperdíveis.
     Uma coisa é certa, este ano a Plano B Consultoria não vai perder este evento e estamos muito felizes por isto.  Integramos pela primeira vez a a equipe de cobertura comandada por Vany Laubé, Sócia-diretora da +Mosaico. Vamos estar no Twitter, Facebook e outros lugares divulgando as novidades do mundo da comunicação.
    Se não der para ir, fique de olho nas redes sociais. De qualquer modo esta equipe de cobertura vai trabalhar muito para divulgar o melhor do MegaBrasil Congresso de Comunicação Corporativa 2012.
    Até lá!
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Líder! Está na hora da mudança

        Entrou na empresa, comece a entoar o mantra: “Ser aberto; ser transparente e ser autêntico.” Não é a Plano B que está falando para o líder ser assim, quem está dizendo é Charlene Li em seu mais recente livro “Liderança Aberta”, que acabo de devorar.

      Mas, quantos líderes, gerentes, coordenadores você conhece e que pratica uma liderança aberta? Mais ainda, quantos profissionais de primeira linha você conhece e que são realmente transparentes? Reflita com cuidado e seja justo. Certamente levou um tempinho para se lembrar. Sabe por quê? Resistência! Poder sobre os seus funcionários!

      A resistência é fácil de analisar. O gerente que não pratica este tipo de liderança que já está dominando o mundo corporativo acha que ser aberto é o momento que ele perderá o controle de sua administração, de sua equipe e do trabalho. Tradicionalmente, ter o controle central é a solução. Como assim? Ainda tem gerente que pensa desta forma? Não se espante! A lista é imensa! 

            Com os avanços tecnológicos este tipo de controle tornou-se impossível de administrar e muitas empresas e muitos gerentes ainda não conseguiram enxergar que uma vez navegando pelas mídias e redes sociais a liderança automaticamente será aberta, podendo melhorar a comunicação, a eficiência da equipe e a tomada de decisão.

            Já pensou em ter um gerente assim? Eu tive poucos, quando não tinha ocorrido a explosão das mídias e redes sociais. Hoje, os acompanho e fico orgulhosa de vê-los ainda atuando em grandes empresas seguindo principalmente os instintos e pensando da seguinte forma: se eu for aberto, se for transparente e se minha equipe puder utilizar as mídias e redes sociais, ela certamente estará mais bem informada, estaremos compartilhando informação e conhecimento. Todos nós iremos lucrar.

            Como diz Charlene Li que sou fã ardorosa:

                                     “O conceito de liderança exige uma nova abordagem, nova mentalidade e novas   competências. Não é suficiente ser bom comunicador. É preciso ser firme ao compartilhar perspectivas e sentimentos pessoais para desenvolver relacionamentos próximos. Comentários on-line não podem ser evitados e não devem ser ignorados. Ao contrário, eles devem ser abraçados como oportunidades de aprendizagem. É necessário, portanto, que estejamos abertos tanto para felicitações como para reclamações todos os dias”.[1]

            Realmente é uma nova mentalidade e poucos no Brasil ainda pensam desta forma. Conheço grandes empresas que ainda teimam em permanecer com o antigo modo de liderança e ainda, uma liderança ameaçadora, principalmente quando há avaliações 360˚. Grandes empresas que não deixam seus funcionários acessarem as redes e mídias sociais com medo da perda de poder e do excesso de informação. Empresas que ainda preferem se manter e se sentem “seguros” com a divulgação de comunicados distribuídos pela comunicação interna. Conheci gerentes que chegavam à empresa beijando seus funcionários como forma de um bom dia de trabalho tentando passar uma gestão aberta, transparente, aconchegante, amiga. Mas na hora do vamos ver…

Este tipo de liderança não tem sobrevivência. Muitas empresas já estão provando que não vale a pena. Sei de muitas que já estão colhendo os frutos desta nova forma de se relacionar. São Empresas 2.0. Que já romperam barreiras vive o futuro, uma nova era e não desejam voltar à forma antiga de liderar. Apesar de ser bem mais difícil e mais complicada de se administrar, pois coisas boas e ruins são compartilhadas, este é o melhor jeito de vencer obstáculos junto à equipe. São empresas que respondem o bom e o ruim, que escutam seus funcionários sem distribuir em reuniões olhares e tons ameaçadores.

Saiba que abrir mão do controle é inevitável. Se não tem o caminho das pedras para começar a realizar este trabalho, aconselho reflexão e compre o livro da Charlene Li. Um horizonte irá se abrir para você que é líder de qualquer empresa. Pequena, média ou grande, não importa. O que você realmente deve pensar é que as mídias e redes sociais estão transformando o mundo e acima de tudo isto, nas empresas estão transformando o modo de liderar.

                                                                                          MUDE!


[1] Li, Charlene, “Liderança Aberta” , Editora Évora, pág, 9, 2011

 

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