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Arquivo da categoria: Entrevista

Curso Liderança 360o e a Integração da Geração X e Y

É cada vez mais importante que os líderes de hoje estejam entoando um mantra no atual ambiente de negócios: “Ser autêntico, ser aberto e ser transparente”. Este mantra foi idealizado por Charlene Li, uma das mulheres mais influentes do mundo no campo da tecnologia. Infelizmente muitas empresas resistem a estes conceitos e preferem liderar de forma tradicional, realizando administrações baseadas em antigos conceitos e no controle centralizado. Este tipo de liderança tem afastado a nova Geração dos postos de trabalho, criando inúmeras insatisfações e a falta de integração com a Geração X, formada por uma turma de profissionais veteranos que ainda estão no mercado e poderiam estar atuando ao lado destes jovens como mentores e coaches. Uma geração de jovens que precisa controlar a impaciência, a ansiedade, possui alto potencial tecnológico, são inovadores, conectados e já tomam conta de 45% do mercado brasileiro. Uma vez integrados com a Geração X e seus líderes, e principalmente, por meio de motivação, a Geração Y tem condições de se preparar e enfrentar desafios do exigente mercado de trabalho e conquistar cargos de lideranças, tornando-se excelentes líderes.
Mesmo com todas as tecnologias e as mídias sociais, as lideranças têm como trazer para bem perto estas duas gerações, para isto basta utilizar novas técnicas, serem abertos e deixar de lado os antigos conceitos de controle que dominaram os antigos mercados de trabalho.
Esta integração é possível e é isto que o Curso de Extensão “Liderança 360o e a Integração da Geração X e Y” pretende apresentar. Inscreva-se! Ele começa no dia 17 de março e será ministrado pela consultora Janaína Machado, Sócia-diretora da Plano B Consultoria, na FACHA – Faculdades Integradas Hélio Alonso, no Rio de Janeiro.
O Curso será em seis sábados, com 4 horas de duração cada aula. Serão 24 horas de aulas mais trabalhos, com carga horária total de 32 horas e as inscrições estão abertas para todo o Brasil.
No link abaixo você poderá obter todos os detalhes do Curso, além da Ementa, currículo da consultora entre outras informações.
Faça já a sua Inscrição
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Caio Túlio Costa fala sobre o mercado de comunicação

Sem muito blá, blá blá!

Reproduzimos aqui o excelente vídeo do Programa Avesso – Ponto de Vista, com o jornalista Caio Túlio Costa que também é professor de Ética Jornalística na Faculdade Cásper Lí­bero, em São Paulo, e dá aula de Informação e Comunicação na Era Digital no curso de pós-graduação em Jornalismo com Ênfase em Direção Editorial da ESPM-SP.

Caio Túlio Costa é doutor em Ciências das Comunicação e autor de vários livros importantes para estudantes e profissionais de comunicação.

Neste vídeo, Caio Túlio fala como está o atual mercado de comunicação.

Assista o vídeo clicando na foto abaixo!

 

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Chat com Mark Zuckerberg, John Battelle e Tim O’Reilly

No dia 17 de dezembro o homem do ano, escolhido pela Revista Time, Mark Zuckerberg, dono do Facebook; Tim O’Reilly, dono da O’Reilly Media, Inc. e John Battelle, dono da Federated Media Publishing, conversaram em um chat imperdível.

Intitulado: Web 2.0 Summit 2010: Mark Zuckerberg, “A Conversation with Mark Zuckerberg”, o vídeo tem 1h06min de um papo memorável com um tímido que falou bastante.

Veja:

 

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O “Y” da Questão – Como Identificar, Atrair e Engajar os Líderes Y

A Plano B Consultoria tem o prazer de reproduzir no blog para seus leitores a entrevista que palestrante e consultor, César Souza concedeu para o jornalista Heródoto Barbeiro no programa Mundo Corporativo da rádio CBN durante o CONARH 2010 em São Paulo, com a participação de Leyla Nascimento presidente da ABRH-Nacional.

Parte 1

Parte 2

Parte 3


 

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Comunicadores Sem Fronteiras

Atenção profissional de comunicação! Você sabe o que é “Comunicadores Sem Fronteiras”? Não?

Então está na hora de conhecer este belo trabalho. a Aberje já realizou diversas reuniões e muitos profissionais já estão trabalhando como Comunicadores Sem Fronteiras.

Leia abaixo a reprodução do texto, retirado do site da Aberje, quando o trabalho foi apresentado para um grupo de comuniaadores profissionais.

“Diante das recentes catástrofes naturais que mobilizam as pessoas no país e em vários lugares do mundo e com a convicção de que o atendimento psicológico e psiquiátrico essencialmente em ambientes privados é um exercício de poder, a psicoterapeuta e pesquisadora Profa. Dra. Ana Maria Fonseca Zampieri apresentou a um grupo de comunicadores empresariais o seu Programa de Ajuda Humanitária Psicológica/PAHP. Vários profissionais de diferentes áreas já têm-se unido para uma intervenção grupal nas comunidades atingidas, mas a ideia é dar início a uma ação organizada de comunicadores dispostos a atuar em situações de trauma pelo viés da educação psicossocial, amparados tanto na mídia de massa como nos veículos dirigidos das organizações.

O encontro foi o embrião de um apoio mais sistemático de pessoas físicas e de organizações públicas e privadas para a disseminação de conhecimento à população a respeito de sintomas, do que deve ser feito em casos de quadros psicológicos e psiquiátricos e de como procurar ajuda. Ana relata que as primeiras necessidades para atendimento a vítimas de catástrofes são de alimentos, móveis, agasalhos e medicações. Mas de seis semanas a até seis anos após estas situações, com várias perdas de vida, de referência de moradia e identidade geográfica, podem aparecer sintomas de stress pós-traumático, nem sempre relacionados pelo paciente à causa original. Sua atuação, em parceria com o Rotary Butantã, vem buscando alterar procedimentos com uma triagem e avaliação psicológica dos envolvidos, numa técnica de debriefing, intervenção com grupos pequenos e sociodramas construtivistas de catástrofes e de reconstrução, intervenções individuais, treinamentos de equipes, intervenções em famílias e treinamento de rede local (igrejas, bombeiros, SAMU, médicos, centros comunitários). Já integram o trabalho 140 psicoterapeutas de sete estados.”

O diretor geral da Aberje e Prof. Dr. da ECA-USP, Paulo Nassar, idealizador do projeto “Comunicadores sem Fronteiras” registra que foi feita uma análise da atuação em comunicação de órgãos da Defesa Civil em várias ocasiões de emergência, inclusive de outros países, e vê-se uma lacuna no desempenho. A intenção da entidade, inclusive, é organizar em 2010 no Brasil um seminário dos profissionais das instituições responsáveis pela orientação da população, com relatos de experiências vindas de lugares como New York, New Orleans e Porto Príncipe e dos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Maranhão, São Paulo e Rio de Janeiro. A Aberje, atualmente, já disponibiliza bolsas de estudo para oficiais das Forças Armadas freqüentarem seus eventos e a diversidade de seus cinco mil associados, além da própria diretoria com 21 segmentos econômicos representados, podem ser um caminho interessante de conscientização. “Estamos atuando na visão de um Brasil moderno, com pluri-centralismo, de reunião produtiva entre comunicadores”, resume ele.”

A Plano B Consultoria convida o leitor do blog a assistir um vídeo com o diretor geral da Aberje, Paulo Nassar, um comunicador que está sempre à frente das ações da ABERJE, no Plano B Recomenda.

 

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A relação empresas-agências de comunicação

Assista no site Nós da Comunicação, vídeo gravado com diversos profissionais da área  abordando a relação existente entre as empresas-agências de comunicação. O evento foi no Rio de Janeiro em 11 de março durante o encontro ‘Abracom – 2ª década do século XXI.

Não perca também, na mesma página em que será direcionado,  o vídeo de Ciro Reis, presidente da Abracom.

Clique na palavra ou na imagem: Nós da Comunicação

 

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O diálogo está aberto

Temos observado nos mais recentes artigos de revistas, em congressos, workshops, etc., um aumento considerável em cima do tema: redes sociais. De um ano para cá, os profissionais e não profissionais de comunicação estudam este fenômeno ativamente para desvendar os mistérios das inúmeras ferramentas existentes no mercado com o objetivo de fazer novas estratégias de marketing para seus clientes. Os cursos de Pós-graduação em Marketing Digital andam lotados de jovens da Geração Y ávidos em assimilar e consumir tudo o que há de melhor nesta área.

A revista Veja desta semana, de 31 de março de 2010, trouxe na sua área Negócios na Internet, uma matéria excelente que fala sobre o “Desafio para as grandes empresas…”. É o que tenho falado ativamente nos meus posts e em palestras que tenho participado. Melhor ainda, tive as minhas opiniões corroboradas pela especialista em redes sociais, Chalene Li, em sua participação no Seminário sobre Estratégias em Redes Sociais da HSM, em São Paulo, no último dia 25 de março. Eu não sou especialista em redes sociais, tenho amigos muito mais engajados e especialistas do que eu. Na verdade, sou uma aprendiz de feiticeira nesta área e quero estudar muito para oferecer e conversar com meus clientes e amigos. Ainda estou caminhando, mas os estudos e as leituras que faço estão me levando para o caminho correto.

Para todos, redes sociais é um assunto novo, todos estão pisando em ovos, mas eu ainda estou quebrando muitos e até mesmo me arriscando com este post a dar meus pitacos, justamente porque a matéria da Veja e tudo o que li sobre a palestra da Charelene Li, no Seminário em São Paulo, coincidi com que venho achando em relação as redes sociais:  é uma nova forma de chegar perto dos clientes e as empresas devem dar muito mais atenção a esta nova forma de divulgação e comunicação.

E os queridinhos são nada mais nada menos do que o Twitter e o Facebook. Hoje, os dois juntos alcançaram status de redes sociais mais utilizadas no mundo, ultrapassando até mesmo no Brasil o Orkut e outras existentes. Estas redes não são tecnológicas são de puro relacionamento e devem ser encaradas como tal. Quando o Twitter foi criado há quatro anos, apenas adolescentes utilizavam o microblog para trocar experiências e escrever o seu diário pessoal e se comunicar com os amigos em apenas 140 caracteres, hoje esta ferramenta e o Facebook são utilizadas por grandes jornais, revistas, blogueiros e principalmente por grandes empresas para divulgar suas marcas, serviços, produtos e escutar o cliente, tanto para o bem quanto para o mal. As redes sociais deixaram o patamar de modismo para serem encaradas como ferramentas que podem aumentar o faturamento das empresas, desde que elas saibam utilizá-las corretamente. Na matéria da revista Veja, nos é relatado que a Universidade de Duke, nos Estados Unidos realizou uma pesquisa com as grandes companhias revelando o resultado de que 10% do orçamento hoje destas empresas são destinadas às redes sociais.

Mas fica dos especialistas no assunto e o no meu o seguinte comentário: para dedicar 10% do orçamento para as redes sociais, precisa-se ter absoluta certeza de que a utilização destas ferramentas será bom para os negócios. Deve-se saber principalmente, qual a melhor mídia e o que deve ser divulgado. Uma questão cultural.

Saber se engajar nas redes sociais aumenta o retorno financeiro, mas as empresas necessitam antes de tudo saber exatamente quais são as regras do jogo para que sejam mantidos os comentários positivos e, se a organização não tiver total certeza de sua participação na Internet, o melhor é ficar de fora. Mas, lembre-se: melhor contratar uma equipe rapidamente e estudar e montar uma área especializada, porque hoje ficar de fora das redes sociais é queimar o filme e acima de tudo é uma estratégia completamente arriscada. Certamente os concorrentes estarão conversando diretamente com seus clientes e tentando a todo custo resolver os problemas existentes o mais rápido possível do que aquela organização que ainda não entrou neste imenso mundo da tecnologia avançada.

Na matéria da Katia Cecotosti, editora do portal HSM Online, Charlene Li ressalta que “entrar nas redes não é o suficiente. É preciso entender o que está acontecendo em tempo real e estar pronto para interagir também em tempo real com as pessoas. Dar uma resposta em 24 horas já não é mais aceitável. “Para as empresas, ainda é difícil estabelecer o relacionamento na rede, por isso é importe ouvir, aprender com os clientes, mudando a forma de enxergar e estabelecer sempre o diálogo,”.

Muito simples o que Charlene Li nos revela: mudou a forma de comunicação com os clientes. Agora existe uma forma dinâmica de coversar direta e abertamente com os clientes. Com a simples disposição de dizer a eles que existe um problema, será resolvido, ou ainda, divulgar um produto e testá-lo de forma rápida para inseri-lo no mercado. A comunicação feita nas redes sociais traz a melhoria nos produtos, na criação de novos produtos, na linha de produção, no atendimento, etc..

Eu mesmo sigo diversas empresas e agências de publicidade que anunciam com exclusividade nas redes sociais seus produtos e anúncios antes mesmo da veiculação na TV aberta ou fechada.

Tanto a revista Veja quanto a Charlene Li ressaltaram o gigante dos cafés nos Estados Unidos, que em 2008 depois de fechar milhares de lojas achou uma oportunidade no Facebook e abriu uma comunidade com o objetivo de conversar com seus clientes. A empresa ouviu sugestões e discutiu de forma aberta a sua marca. Após abrir esta comunidade a Starbucks e outras empresas gigantes dos Estados Unidos tiveram um aumento de 20% de seu faturamento anual. O Facebook está ajudando a muitas empresas a melhorar a sua marca e é claro, a aumentar a suas vendas de produtos.

E não são apenas empresas que estão utilizando as redes sociais para divulgar seus produtos e falar com seus clientes. Muitos artistas famosos de Hollywood, cineastas e grupos de rock abriram suas comunidades no Facebook, Orkut, YouTube, Twitter para lançar seus discos, filmes, músicas, etc. Coldplay, U2, entre muitos outros participam destas redes para falar diretamente com os fãs e divulgar seus trabalhos. Recentemente, o filme “Alice no País das Maravilhas”, uma nova versão deste clássico conto e dirigido pelo excêntrico Tim Burton, teve a sua pré-estreia, com streaming aberto para os fãs para o mundo inteiro ver o seu lançamento em Londres. Somente esta página com fotos, vídeos do filme, entrevista com os atores possui mais de 1 milhão e 251 mil fãs. Já o U2, passou ao vivo via YouTube um concerto inteiro, diretamente dos Estados Unidos para todo o mundo, com anúncios via redes sociais.

Outro exemplo é o filme brasileiro “Nosso Lar”, baseado na obra do espírita de Chico Xavier, que tem estreia marcada para setembro de 2010 e está no Facebook, Orkut, Flick, MySpace e Twitter para quem quiser acompanhar.

No Brasil, empresas como a Skol, Pão de Açúcar, Petrobrás, IBM, já possuem alguma ferramenta específica desta área. Muitas empresas já estão trabalhando a pleno vapor com as redes sociais, criando o seu próprio departamento e investindo pesado, contratando os jovens da Geração Y especializados em redes sociais.

Mas estas ferramentas não estão disponíveis apenas para grandes empresas aumentarem o seu faturamento. Pequenas e médias empresas podem utilizar o Orkut, YouTube para divulgação de seus trabalhos e produtos. E muitas garantem que conseguiram popularidade com os vídeos virais, que se espalharam rapidamente pela rede.

A revista Veja conta, por exemplo, que a ideia da participação nas redes do gigante Pão de Açúcar veio do próprio dono Abílio Diniz, proprietário de um perfil no Twitter. Este empresário, de grande porte do setor brasileiro, enxergou a potencialidade das redes sociais e agora sua empresa possuiuma equipe especializada para monitorar 24 horas por dia o que seus clientes e seguidores estão discutindo.

Mas fica o meu alerta final. É uma questão cultural e de liderança. Sabemos que muitas empresas ainda não adotaram as redes sociais com medo de perder o controle. Fato que Charlene Li, também esclarece em sua palestra e como foi divulgado na matéria de Katia Cecotosti, editora do portal HSM Online:” O gestor precisa se preparar para abrir mão da necessidade de estar no controle das coisas o tempo todo. Fazer parte das redes sociais para muitas lideranças pode significar perder o controle. Mas como abrir mão do controle e continuar na liderança? Não participar das redes deixa o líder com menos chances de controle ser aberto e liderar desta forma requer da organização e de suas lideranças uma postura de ouvir ideias que podem vir de fora ou de dentro da companhia. Se a empresa estiver bem estruturada não há porque temer a falta de controle. O ideal é identificar os diferentes níveis de abertura que o líder precisará e compreender que a onda das mídias sociais é que controla as ações das lideranças, e não ao contrário.”

Ela ainda enfatiza na entrevista em que reproduzo aqui e acho de suma importância: “Você líder precisa ser mais aberto para criar uma relação de confiança e de familiaridade com seu público, mas com responsabilidade. E lembre-se: os líderes abertos são bons em entender e se recuperar de um fracasso. Entenda primeiro se você é um líder otimista ou pessimista em relação às redes, mas não se esqueça que as organizações bem sucedidas nas mídias tem uma ou mais pessoas otimistas nas lideranças”.

Para fechar o texto: com a chegada das redes sociais o relacionamento com o cliente ficou bem mais próximo e ainda permite que sejam criados novos relacionamentos e de diversas formas. Hoje não basta uma simples mensagem para o cliente, este, quer ouvir a voz da empresa. Somente as antigas técnicas de marketing não adiantam mais. O tom formal das organizações foi totalmente quebrado com a chegada das redes sociais e comandado espeficicamente pela Geração Y que está lotando o mercado e dominando plenamente esta área.

Empresa de pequeno, médio e grande analisem suas necessidades e se elas exigirem a implantação e o uso das redes sociais abrace este mundo e embarque neste transatlântico, vocês só têm a ganhar e a descobrir novas terras e novos mundos.  O diálogo está aberto.

 

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