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Arquivo da categoria: celular de última geração

Hã? Férias? Que férias?

No último dia de julho fui pega de surpresa. Liguei para minha prima, com a intenção de marcar aquele cineminha de criança com sua filhota e minha sobrinha de 8 anos e ganhei um: não vai dar. Para a minha infeliz surpresa, no dia seguinte ela já estaria de volta às aulas.

Como assim? Quando eu e minhas primas tínhamos férias elas eram imensas. As sonhadas férias de final de ano duravam três longos meses e só voltávamos para o colégio depois do Carnaval, quer dizer, férias começando no final de novembro e iniciando em março. No meio do ano então, eram férias de um mês e meio.

Descobri que a coitadinha de minha sobrinha tem apenas 15 dias no meio do ano e um mês e meio quando termina o ano letivo. Me bateu uma preocupação. O que a era da informação, do conhecimento, do avanço tecnológico, da transformação está fazendo com nossas crianças? Certamente estas crianças já estão transformadas. São crianças cansadas, que não tem tempo nem para brincar, enfurnadas em casa o dia inteiro em companhia do computador, enquanto seus pais trabalham.

Uma diferença louca entre a Geração X, Y e esta que a minha sobrinha pertence e ainda não tem nome: @ ou Z. A minha geração aprendeu a ter férias ao ar livre, brincando de roda, andando de bicicleta, passando meses na casa de verão da família, curtindo cada segundo, fazendo expedições e roubando caju e carambola das casas vizinhas. Raramente vemos crianças assim.

Hoje a Geração Y e Z não conseguem se desgrudar de seus Ipods, IPhones, e computadores. As brincadeiras de criança foram trocadas pelos jogos interativos. A praia pelos shoppings e assim mesmo, com os olhos grudados no celular.  No Natal a gente pedia bonecas, autoramas, patins, Atari – o PlayStation da época. Brinquedos que levam a garotada da Geração Y e Z morrerem de rir.

Poucos são os pais desta nova geração que se preocupam em tão pouco tempo dar férias aos seus filhos. Cinema, praia, interação com os amiguinhos fora da escola.

Não estou aqui condenando a Internet. Ela modificou nossas vidas, como nos relacionamos e fazemos amigos. A nova geração faz amigos virtuais e a Geração X acha os velhos amigos na rede social e adquiri novos da mesma forma que a Y.

A Internet é um mundo incalculável de informação e é claro, queremos que a Geração Y e Z saiba utilizá-la de forma adequada.  Fiquei horrorizada ao ler no final de semana a notícia de um menino inglês que morreu após uma trombose. Ele tinha o vício de ficar 12 horas por dia em frente ao computador, se comunicando com os amigos e brincando com jogos virtuais. O pai dele informou que o menino era uma criança que não dava trabalho, pois estava longe das drogas e perto dos olhos da família. O que este pai não conseguiu perceber é que seu filho, apesar de estar perto dos olhos protetores da família acabou morrendo porque não se exercitava, não levantava um único segundo em 12 horas para movimentar braços e pernas.

Perto dos olhos, longe do coração. Acho que não é exatamente isto que queremos para nossos filhos. Como qualquer pai protetor o ideal é estar perto dos olhos e do coração. Eles podem e devem utilizar todos os avanços tecnológicos. É inevitável o acesso, hoje toda a informação circula pela Internet e lá dentro está o mundo.

A Geração X se adaptou a todos os avanços para acompanhar seus filhos e futuros netos. Uma geração que se desconstruiu para se reconstruiu e nascer junto com esta nova era. Mas ainda se deparam com as diferenças de quando eram crianças e não é difícil estranhar e principalmente comparar.

Quem faz parte da Geração X se lembra perfeitamente que era ótimo curtir uma viagem com os amigos. Hoje, os novos jovens sabem que curtir é um enter no botão no Facebook. A geração anterior também fazia natação, inglês, jogava futebol, vôlei, balé, estudava piano. Eram atividades variadas, extras e amadas. A nova não consegue nem respirar, fazem tudo isto e ainda ganharam de brinde: espanhol, judô, capoeira e se duvidar em breve, mandarim. O negócio é voltar para casa junto com os pais. Eles possuem uma agenda adequada às etapas de trabalho que seus pais devem cumpri durante o dia. Nas férias: computador.

O Admirável Mundo Novo já chegou e muitos nem se deram conta de que ele se moderniza a cada dia. Transformações, inovações, ideias, criatividade, conhecimento, informação são oferecidos de forma ilimitada na internet e está ao alcance dos dedos e olhos de qualquer geração.  Mas tudo tem seu tempo e sua hora.

Já que: “Querida, encolhi as férias” e os pais quase não conseguem coincidir as férias com a de seus filhos, o jeito é ter um bom computador em casa para acabar com a solidão destas crianças. Isto é certo? Diminui a culpa dos pais trabalhadores? Sei não!

Mas, férias são férias. Vale dar férias também para a Internet. O problema é que as novas gerações acham que ficar um segundo longe dela estará fora do grupo e das inovações. Se sentem excluídos quando não sabem das novidades ao mesmo tempo dos amigos. Uma geração que prefere e se acostumou a trocar divertimento por aplicativos, pois estes são os divertimentos.

Já que o computador virou playground só resta aos pais não se culpar. Fiquem de olho para que não vire um vício, a ponto de esquecer a vida. Quanto ao meu cineminha com minha sobrinha, ficou adiado. A pobrezinha já volta tendo que fazer prova. Oh vida dura essa da Geração Y e Z, cada vez mais informatizada, mas se não for assim…

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… e a Geração X começou assim

Estamos no tempo da velocidade da informação e nós, da Geração X não nos damos conta de quanto fomos absorvidos por ela. Isto foi fundamental para que pudéssemos continuar no mercado de trabalho. Você que é desta geração já se deu conta de quanta coisa mudou?

A Geração X não nasceu como a Y, plugada, todos com um controle remoto na mão, um computador sempre ao alcance para fazer suas pesquisas e ajudar nas tarefas do dia a dia de trabalho. Esta Geração que nasceu na década de 60, teve a sua adolescência no final da década de 70, e fez a sua faculdade no inicio da década de 80, caminhou junto com os avanços e se adaptou conforme a tecnologia ia aparecendo e mostrando a suas diversas facilidades.

Lembro, quando era pequena, que comunicação vinha através de telefonemas, cartas, rádio, TV, jornais e revistas.  Por meio dos sorrisos e reuniões da família e dos amigos. Era um tempo bom e que todos viviam sem Twitter, Facebook, Orkut e outras redes sociais. Telefone celular era um sonho inexistente e as amizades construídas através do colégio se ampliavam conforme a formação de círculos de amizade.

E o amigo virtual? Aposto que ninguém nunca pensou em ter um ou até mesmo mais de mil em sua rede social.  A Geração X queria obter a sua formação acadêmica, entrar no mercado de trabalho e fazer jus ao diploma tão sonhado e suado nos quatro anos universitários.

As transações financeiras eram as mais precárias possíveis. Computador em banco? Acho que só existiam os main fraimes para processarem os balanços de final de ano. Posso falar um pouquinho sobre isto porque meu pai foi gerente de banco nesta época tão precária. Os saldos eram anotados em fichas e diminuídos conforme os cheques iam chegando ao banco e retiradas realizadas pelos clientes. Chega a ser cômico, pois tenho certeza que a Geração Y nem se dá conta de que o processo era feito desta maneira. Mas, funcionava.

Meu pai nem chegou a ver a era das grandes transações financeiras realizadas virtualmente. Faleceu ainda no início da década de 80, mas chegou a ver  e utilizar o primeiro computador para os caixas, o que dava velocidade para o trabalho dos funcionários dos bancos. Não  assitiu a    “morte”  do vinil, do vídeo cassete, o nascimento do celular e tudo que veio depois. Nossa, e ele faleceu há apenas 26 anos. Os avanços de lá para cá são incontáveis e fico me perguntando se meu pai conseguiria se adaptar tão facilmente a todas as estas tecnologias. No meu parecer acho que sim, pois ele estava maravilhado com o computador do banco e as poucas invenções que estavam surgindo.

Aprendi a escrever as matérias jornalísticas em máquinas de escrever elétricas,. Eram as mais avançadas do mercado e as pesquisas para os trabalhos universitários feitas em silenciosas bibliotecas recheadas de livros, monografias e teses disponíveis nas muitas estantes. Acho que ninguém da Geração X poderia imaginar uma Internet ao seu alcance, contendo milhares e milhares de informações, prontas para serem lidas, absorvidas, tudo para ajudar estudantes e profissionais.

E assim era a comunicação da Geração X. Todos se formaram e a maioria ainda está no mercado de trabalho. Esta é uma geração que se deparou com o primeiro computador e se deslumbrou com ele. Não teve receio, encarou, sorrindo e maravilhado para aquela máquina que “tudo” podia. Todos queriam era aprender e saber do que ela poderia ser capaz.

Quando a Internet chegou, esta Geração já estava trabalhando em um pique alucinado. O espanto foi grande, mas ninguém torceu o nariz. A rede era capaz de armazenava arquivos, histórias, documentos, tudo estava lá dentro ao alcance de um clique e a tecnologia também avançava a uma velocidade incontrolável, facilitando o trabalho e o dia a dia dessa Geração.

Ninguém poderia imaginar que em 30 anos a tecnologia teria um avanço tão grande. Hoje os registros realizados no início de tudo foram rapidamente substituídos pela comunicação via rede. E-mails foram tomando lugar das cartas seladas e enviadas pelos Correios. Claro que o e-mail ganharia um imenso fã clube. Quem não iria preferir esta ferramenta que escrevíamos em uma tela e com apenas um clique o remetente recebia a mensagem escrita em questão de segundos? Acabava o deslocamento até os Correios, gastos com selos, canetas e papel. Não havia mais a expectativa, a ansiedade e a demora para que o remetente recebesse a mensagem. Era a velocidade contra a burocracia dos Correios, que reinou durante séculos e estava perdendo rapidamente seu mercado monopolizado.

Bancos, Bolsas de Valores e todas as transações financeiras deixaram de ser feitas diretamente na boca do caixa ou com o gerente. A era da virtualidade impera nesta área. Ficou mais fácil pagar contas, aplicar em fundos e consultar saldos. Tudo via Internet.

Congressos, reuniões à distância e debates, podem ser realizadas por meio de plataformas antes vistas apenas na imaginação dos roteiristas de filmes de ficção científica. Livros já podem ser lidos nas telas de computadores e estudantes já contam com a ajuda do Google e da maior biblioteca virtual do mundo: a Wikipedia. Aqueles imensos volumes da enciclopédia Barsa deixaram de ocupar espaço na velha estante.

O avanço da tecnologia não acompanha mais o pensamento do homem e está cada vez mais rápida. Em menos de seis meses o telefone comprado hoje certamente estará obsoleto. E cada vez mais aparelhos celulares estão sofisticados, aproximando mais as pessoas e é claro, acabando com a velha privacidade.

Jornais e revistas, TVs e rádios já possuem sua versão virtual e os meios de comunicação precisam ser cada vez mais rápidos para atualizar seus leitores e conquistar mais adeptos. Aliás, os profissionais de comunicação tiveram que se adaptar rapidamente a estas tecnologias. Mesmo assim, muitos jornais e revistas de todo o mundo não suportaram os avanços da Internet e fecharam suas portas e demitiram milhares de jornalistas.

Fica a minha pergunta: Conseguiríamos hoje viver um dia como nos antigos tempos? Você já se deu uma chance de viver um dia assim sem Internet, pesquisando em bibliotecas, lendo os jornais e revistas, vendo o telejornal, sem o seu sofisticado celular, Twitter ou Facebook, escutando rádio e atendendo telefones com fio ou sem fio? Tudo como antigamente? Conseguiria assistir a um filme no videocassete, escutar música em um disco vinil, jogar Atari e acompanhar o seriado na TV, sem fazer download? Conseguiria esquecer seu MP4, 5 ou IPod? Claro que se você tem menos de 30 anos esta pergunta não vale. Ela é direcionada as pessoas acima dos 40 anos.

Será que viver sem tudo isto durante um dia e quem sabe uma semana, você sofrerá de abstinência e ficará enlouquecido? Muitos dirão que sim. Nem conseguirão ficar sem seu super, mega celular. Twitter e outras ferramentas de comunicação, nem pensar. Dá loucura, pois o indivíduo se sente fora do mundo e completamente desinformado. Muitos da Geração X vão dizer que eram bons esses tempos, mas que preferem os de hoje.  temps que acpmpanhar os avanços é é a mais pura verdade.

A comunicação é mais rápida, já estamos acostumados com o ritmo alucinado da comunicação e já estão incorporados a nossa vida. A Geração X respara sim neste ritmo alucinado, mas conseguem acompanhar, sem nenhum problema.

Concordo com todos eles. Eu sou assim. Um ou dois dias fora do Twitter me sinto completamente desinformada. Mas, vejo muitas pessoas viverem sem tudo isto e muito bem. O celular serve apenas para falar e se sentem inteiramente satisfeitos. Leem jornais, revistas e desconhecem profundamente as tecnologias que nos ajudam no trabalho para facilitar nossas tarefas ou apenas para diminuir o estresse. Prefere jogar xadrez, gamão e uma paciência com baralhos verdadeiros e desconhecem os jogos virtuais como Farmville, Mafia Wars, Paciência Virtual, etc..

Parece incrível, mas é verdade. Muitos da Geração X, que pode ser seu primo, amigo ou tio desconhecem todas as tecnologias e vivem sem pavor de serem engolidos pelo mercado de trabalho. Levam uma vida agitada de trabalho, a mesma que a nossa, que utiliza todas as mídias e ferramentas disponíveis ou até mesmo levam uma vida pacata, como se estivessem parados no tempo. Mas, não estão. Muitos encaminham seus filhos para o sucesso sem utilizar todas as tecnologias que movem o nosso dia.

Tenho amigas que conhecem tudo o que existe, estão informadas, mas preferem ficar longe de toda esta loucura, de saber segundo a segundo o que está acontecendo no Brasil e no mundo. Usam no máximo e-mail ou celular e não possuem perfil em redes sociais. São admiradores do que usamos e aprendemos, mas possuem o chamado “problema entre cadeira e teclado”. Alguns chegam até mesmo a desconhecer a Internet, já ouviram falar no Orkut, Facebook e Twitter, porque são ferramentas muito comentadas na mídia.

Pasmem! Alguns são profissionais de grande sucesso e atuam plenamente. Como? Tenho um exemplo: uma grande amiga é uma excelente cirurgiã de tórax, trabalha em vários hospitais operando, participa de grandes congressos, sabe de todas as novidades de sua área, mas seu perfil no Orkut foi feito pelo seu marido, também médico. Ela mal lê e-mails ou se comunica por redes sociais. Isto é possível? A vida sem Internet, a velocidade da informação não é importante para sua carreira. Para ela, o que importa é o bem estar de seus pacientes e ficar na rede toma um tempo danado de seus horários de trabalho, apesar de ter consciência de que gastar umas horinhas na rede iria melhorar ainda mais os seus contatos com médicos no exterior e pesquisas que são divulgadas na Internet.

Estou escrevendo este artigo somente para lembrar que a vida ainda existe sem tudo isto e que este mundo paralelo sobrevive muito bem sem estes avanços e o estresse que ele proporciona, principalmente, para profissionais de comunicação, profissionais de TI, de web, entre outros que precisam estar constantemente informados. Caso contrário, sua carreira estará morta em questão de segundos por um “mercado cruel” com profissionais acima dos 40 anos.

Estes amigos também mandam cartas para os amigos, presentes e flores não virtuais, com o objetivo de manter a proximidade e o carinho. Não estou dizendo aqui que os bolos, beijos, abraços e flores virtuais não são encaminhados com carinho. Pelo contrário! Também não estou aqui fazendo apologia para que todos larguem tudo e voltem aos velhos tempos, pois sou adepta das mídias, celulares de última geração, avanços tecnológicos e não consigo mais viver sem isto. Sou uma profissional que levanta a bandeira para a preservação da memória e principalmente da digitalização de acervos culturais para que nada seja perdido. Além disso, sei que os avanços levaram a esta Geração X a obter muita informação e a absorver mais do que poderia para melhorar a sua carreira. Mas lembro, de que toda a informação vem carregada da sua urgência. São tantas informações geradas diariamente que acabam se acumulando. Não há tempo hábil para ler tudo. O dia deveria ter mais horas, somente assim, conseguiríamos ler tudo que nos é enviado e o que aparece na Internet. Assim mesmo, acho que fatalmente o acumulo seria inevitável. Ler tudo não é uma tarefa fácil e guardá-lo, mais ainda.

A nossa memória, o nosso cérebro tão misterioso, é capaz de absorver muitas informações ao mesmo tempo, mas não conseguimos armazenar tudo que vemos em apenas um único dia na rede. A velocidade da informação não é mais em segundos e sim em milésimos de segundos, o que torna impossível memorizar tudo. Então, o que não seria de nossa geração e das futuras gerações se não existisse esta tecnologia. A Geração Y nem pensa em viver sem isto e nem consegue imaginar como poderíamos viver sem isto. Acho que a geração X tão adaptada também, pois trabalharam duro para se adaptar e conquistar o seu espaço no mercado.

Acredito que a maior parte da Geração X está conectada tanto quanto a Geração Y e gostam de receber bolos e flores, abraços e beijos virtuais e dão extrema importância aos amigos de suas redes sociais. Mas, a Geração X, não conectada e que ainda vive sem os avanços tecnológicos, simplesmente não ligam e preferem viver desta forma. Uma questão de escolha neste mundo totalmente globalizado.

Termino o meu artigo com a frase de um famoso filme, da década de 80 e que se tornou Cult. É do diretor Ridley Scott, estrelado por Harrison Ford e Rutger Hauer: Blade Runner: Caçador de Androides. Este filme, lá atrás, nos meus tempos finais de faculdade de jornalismo mexeu muito comigo. Os avanços daquele filme já estão ultrapassados, mas os pensamentos não. Nele existiam replicantes e muitos nem tinham consciência de sua condição. Mas, os que sabiam queriam ter apenas a chance de viver mais. Sonho de todo ser humano. Eles queriam aprender mais.

A personagem de Rutger Hauer, o androide Roy, termina dizendo mais ou menos isso: “… vi muitas coisas. Todos os pensamentos e tudo que vive se perderão como uma lágrima na chuva. Hora de partir”. É o momento de sua morte.

Esta frase me marcou profundamente porque tudo pode ser armazenado, a história mundial, o que escrevi em posts, meu blog, minhas fotos. Mas, a única coisa que não poderá ser armazenada são os meus mais íntimos pensamentos e tudo, mas, tudo o que aprendi.

Então, será que meus amigos que fazem parte da Geração X e são “analfabytes” não estão melhor do que eu, que corro o dia inteiro atrás de notícias, avanços tecnológicos para me manter ativa na rede social, no Twitter e em outras mídias que surgirão? Será que toda esta correria e esse estresse vale a pena para nos manter no mercado? Questão para reflexão e escolha, como já dito.

A sensação que tenho é que haverá a qualquer momento um colapso de tudo por acusa de tanta urgência. Só quero deixar um alerta e fazer uma outra pergunta; será que o mercado corporativo deve ser tão cruel assim a ponto de exigir tudo para todos e de qualquer geração. Não tenho dúvida que tudo isto foi provocado pels avanços tecnológicos, mas o mercado deve ter toda esta sede? Será que realizar um bom trabalho, ser uma grande empresa, obter respeito do mercado não deve ser obtido somente pelo conhecimento mas também carregado de experiência? Fato que o mercado está esquecendo que a Geração X tem e até mesmo acima da média.

Não devemos voltar ao passado, devemos sorrir para os avanços em todas as áreas, mas devemos preservar uma qualidade de vida e o respeito pela expêriência que esta Geração tem e vem adquirindo.

 

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