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Arquivo mensal: julho 2010

Sem escapatória: nenhuma empresa consegue fugir das redes sociais

Com toda certeza as empresas não terão escapatória e usarão as redes sociais. Mas, primeiros elas deverão perder o medo de compartilhar o conhecimento e a informação. Iste medo passará e se tornará uma tendência em um futuro muito próximo para que todas comecem a utilizar.

Boa matéria do site Administradores.com.br que a Plano B tem o prazer de reproduzir aqui para seus leitores.

viaSem escapatória: nenhuma empresa consegue fugir das redes sociais.

 

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Comunicação consciente todo dia

Prezados (as) Leitores (ras),

(Sempre que a Plano B achar uma entrevista interessante em outro site, vamos estar publicando aqui, no blog, para que você não perca nada do que achamos  importante. A entrevista abaixo foi realizada pelo Portal Unomarketing, um excelente local para se buscar informações de uma comunicação consciente, e temos o prazer de reproduzir aqui)

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Em entrevista ao Portal Unomarketing, Paulo Nassar discute novos meios de se fazer comunicação consciente no âmbito empresarial e reforça a necessidade do ensino de Relações Públicas deixar o ambiente corporativo para se integrar à sociedade e seus problemas atuais.

“Mestre e Doutor em Ciências da Comunicação, Paulo Nassar é uma autoridade de renome quando o assunto é Relações Públicas. Ele é coordenador do curso de Relações Públicas da USP e lidera a mesa diretora da Aberje – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial.
Autor de muitos livros relacionados à disciplina, como o fundamental “O que é Comunicação Empresarial” e o não menos importante “Tudo é Comunicação”, Nassar se prepara para lançar seu mais recente trabalho “Comunicação Todo Dia” nesta quarta-feira (14/07) na Livraria Cultura, a partir das 18h30.
Nas palavras do próprio autor, o livro “trabalha as ideias de um mundo complexo em que a comunicação é a forma de fortalecer o relacionamento e com isso todos contribuírem para a construção de um mundo melhor e sociedade mais afetiva”.
Nesta entrevista exclusiva ao Portal Unomarketing, Paulo Nassar discute novos meios de se fazer comunicação consciente no âmbito empresarial e reforça a necessidade do ensino de Relações Públicas deixar o ambiente corporativo para se integrar à sociedade e seus problemas atuais.
Para ele, o perfil do educomunicador, profissional que une a atividade comunicacional à arte de ensinar, é uma das formas mais concretas que a comunicação consciente assume nos novos tempos: “A comunicação consciente é educadora, está dentro dessa visão de educomunicação, que é a visão do processo comunicativo como processo educacional”, conta.
“As pessoas precisam entender a informação, concordar com ela e agir em função dessa informação. Isso é educação. As pessoas não só serem informadas, têm que ter consciência de que a comunicação tem que ter impacto. Tem que ter consequências no cotidiano. Cada vez mais os comunicadores se transformam em educomunicadores, pessoas que fazem educação a partir dos processos comunicacionais”, completa.
Nassar acredita que a comunicação da sustentabilidade exige um comportamento de inclusão que fuja de antigos conceitos que não funcionam para a sociedade atual. Seguindo os mesmos princípios, o processo comunicacional precisa estar alinhado às práticas empresariais para garantir a veracidade e transparência na comunicação das ações sustentáveis.

 

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Comunicação interna como instrumento mobilizador

(Esta matéria nao foi escrita pela Plano B. Pertence a Casa do Cliente e está publicada no site: Casa do Cliente Comunicação 360º, area noticias. Estamos reproduzindo aqui, no Blog da Plano B, por causa do grau de sua importancia, para que os leitores do blog possam tomar conhecimento do painel realizado com tres dos mais respeitados profissionais de comunicacao do pais.)

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“Não há mais espaço para competição entre as áreas de Recursos Humanos e Comunicação nas empresas. Essa foi uma das conclusões compartilhadas por Marcus de Barros Pinto, jornalista e diretor de comunicação integrada da Fischer/Sá Marketing Engineering; Nádia Rebouças, especialista em comunicação e diretora da Rebouças & Associados e Paulo Clemen, sócio-diretor de planejamento e atendimento da Casa do Cliente Comunicação 360º e diretor de relações institucionais do Nós da Comunicação. Os três participaram do painel ‘Comunicação e RH – Mais que Informar, Mobilizar!’, realizado no último dia do 36º Congresso Estadual de Recursos Humanos (RH-Rio), organizado pela Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro (ABRH-RJ).

Para Nádia Rebouças, esse comportamento está mudando. “Hoje em dia, não podemos dizer que é uma relação de ‘abraços’, é, porém, cuidadosa e muitas vezes receosa. Ainda temos um longo caminho pela frente”, afirma. Entre o público presente, que foi convidado a opinar sobre esta questão, a maioria definiu a relação como ‘formal e conflituosa’. Para Paulo Clemen, se a pergunta fosse feita tempos atrás, a resposta seria ‘conflituosa e competidora’. “Entretanto, hoje, não há mais espaço para este tipo de competição”, reconhece.

A diretora da Rebouças & Associados defende que a comunicação interna, como ferramenta transformadora, deve ser pensada como a publicidade, uma atividade que lida com o desejo e a necessidade. ”É preciso ‘embalar’ a informação como um produto para gerar interesse dos colaboradores”, acredita Nádia. “Caso contrário, ninguém terá vontade de ler o jornal mural”.

Paulo Clemen concorda. Ele acredita que, além disso, é preciso praticar uma comunicação mais emocional e menos imperativa. “Hoje, cada vez mais, usamos meios alternativos e interativos permitindo aos colaboradores agregarem valor à informação comunicada. Afinal de contas, comunicação é um diálogo, uma troca”, completa.

No contexto do fluxo comunicacional, o diretor da Casa do Cliente Comunicação 360º comentou sobre o comportamento da área de Recursos Humanos. Para ele, é preciso ouvir e ter um olhar atento. O RH tem que acreditar em seus parceiros, porque hoje ninguém faz nada sozinho.

Marcus de Barros Pinto complementou lembrando da metáfora que compara a comunicação ao frescobol, jogo que tem como regra manter a bola no ar o maior tempo possível, diferentemente do tênis, esporte em que um jogador tenta, a todo o momento, fazer o outro errar a bola.

Outra questão levantada foi: ‘Quem mais estimula a colaboração dos funcionários no dia a dia da empresa?’. A maioria dos congressistas escolheu os colegas de trabalho como os grandes incentivadores da participação em assuntos relevantes da organização. Poucos responderam que são os líderes.

Para Nádia, o pior índice de todos, em relação às lideranças, é o feedback. “Os executivos ainda acreditam que precisam ser duros e distantes para serem respeitados. Esse distanciamento hierárquico está relacionado à cultura brasileira”, supõe. “Entretanto, sinto que existe uma vontade de mudar. Hoje, os líderes não são mais os donos da empresa, pelo contrário, são também empregados”.

Uma das soluções para esta falta de tato é cultivar um relacionamento saudável com os funcionários da empresa, acredita Paulo Clemen. Ele deu como exemplo o caso de uma companhia que resolveu, numa sexta-feira, incentivar uma atitude mais participativa de seus funcionários. “Na segunda-feira seguinte, em uma reunião, um executivo praticamente ordenou, batendo na mesa, que seus funcionários participassem e isso acabou deixando todos inibidos. Um relacionamento produtivo só é possível quando a liderança estabelece uma confiança com seus colaboradores”, concluiu.”

 

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Comunicadores Sem Fronteiras

Atenção profissional de comunicação! Você sabe o que é “Comunicadores Sem Fronteiras”? Não?

Então está na hora de conhecer este belo trabalho. a Aberje já realizou diversas reuniões e muitos profissionais já estão trabalhando como Comunicadores Sem Fronteiras.

Leia abaixo a reprodução do texto, retirado do site da Aberje, quando o trabalho foi apresentado para um grupo de comuniaadores profissionais.

“Diante das recentes catástrofes naturais que mobilizam as pessoas no país e em vários lugares do mundo e com a convicção de que o atendimento psicológico e psiquiátrico essencialmente em ambientes privados é um exercício de poder, a psicoterapeuta e pesquisadora Profa. Dra. Ana Maria Fonseca Zampieri apresentou a um grupo de comunicadores empresariais o seu Programa de Ajuda Humanitária Psicológica/PAHP. Vários profissionais de diferentes áreas já têm-se unido para uma intervenção grupal nas comunidades atingidas, mas a ideia é dar início a uma ação organizada de comunicadores dispostos a atuar em situações de trauma pelo viés da educação psicossocial, amparados tanto na mídia de massa como nos veículos dirigidos das organizações.

O encontro foi o embrião de um apoio mais sistemático de pessoas físicas e de organizações públicas e privadas para a disseminação de conhecimento à população a respeito de sintomas, do que deve ser feito em casos de quadros psicológicos e psiquiátricos e de como procurar ajuda. Ana relata que as primeiras necessidades para atendimento a vítimas de catástrofes são de alimentos, móveis, agasalhos e medicações. Mas de seis semanas a até seis anos após estas situações, com várias perdas de vida, de referência de moradia e identidade geográfica, podem aparecer sintomas de stress pós-traumático, nem sempre relacionados pelo paciente à causa original. Sua atuação, em parceria com o Rotary Butantã, vem buscando alterar procedimentos com uma triagem e avaliação psicológica dos envolvidos, numa técnica de debriefing, intervenção com grupos pequenos e sociodramas construtivistas de catástrofes e de reconstrução, intervenções individuais, treinamentos de equipes, intervenções em famílias e treinamento de rede local (igrejas, bombeiros, SAMU, médicos, centros comunitários). Já integram o trabalho 140 psicoterapeutas de sete estados.”

O diretor geral da Aberje e Prof. Dr. da ECA-USP, Paulo Nassar, idealizador do projeto “Comunicadores sem Fronteiras” registra que foi feita uma análise da atuação em comunicação de órgãos da Defesa Civil em várias ocasiões de emergência, inclusive de outros países, e vê-se uma lacuna no desempenho. A intenção da entidade, inclusive, é organizar em 2010 no Brasil um seminário dos profissionais das instituições responsáveis pela orientação da população, com relatos de experiências vindas de lugares como New York, New Orleans e Porto Príncipe e dos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Maranhão, São Paulo e Rio de Janeiro. A Aberje, atualmente, já disponibiliza bolsas de estudo para oficiais das Forças Armadas freqüentarem seus eventos e a diversidade de seus cinco mil associados, além da própria diretoria com 21 segmentos econômicos representados, podem ser um caminho interessante de conscientização. “Estamos atuando na visão de um Brasil moderno, com pluri-centralismo, de reunião produtiva entre comunicadores”, resume ele.”

A Plano B Consultoria convida o leitor do blog a assistir um vídeo com o diretor geral da Aberje, Paulo Nassar, um comunicador que está sempre à frente das ações da ABERJE, no Plano B Recomenda.

 

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