RSS

Arquivo mensal: março 2010

O diálogo está aberto

Temos observado nos mais recentes artigos de revistas, em congressos, workshops, etc., um aumento considerável em cima do tema: redes sociais. De um ano para cá, os profissionais e não profissionais de comunicação estudam este fenômeno ativamente para desvendar os mistérios das inúmeras ferramentas existentes no mercado com o objetivo de fazer novas estratégias de marketing para seus clientes. Os cursos de Pós-graduação em Marketing Digital andam lotados de jovens da Geração Y ávidos em assimilar e consumir tudo o que há de melhor nesta área.

A revista Veja desta semana, de 31 de março de 2010, trouxe na sua área Negócios na Internet, uma matéria excelente que fala sobre o “Desafio para as grandes empresas…”. É o que tenho falado ativamente nos meus posts e em palestras que tenho participado. Melhor ainda, tive as minhas opiniões corroboradas pela especialista em redes sociais, Chalene Li, em sua participação no Seminário sobre Estratégias em Redes Sociais da HSM, em São Paulo, no último dia 25 de março. Eu não sou especialista em redes sociais, tenho amigos muito mais engajados e especialistas do que eu. Na verdade, sou uma aprendiz de feiticeira nesta área e quero estudar muito para oferecer e conversar com meus clientes e amigos. Ainda estou caminhando, mas os estudos e as leituras que faço estão me levando para o caminho correto.

Para todos, redes sociais é um assunto novo, todos estão pisando em ovos, mas eu ainda estou quebrando muitos e até mesmo me arriscando com este post a dar meus pitacos, justamente porque a matéria da Veja e tudo o que li sobre a palestra da Charelene Li, no Seminário em São Paulo, coincidi com que venho achando em relação as redes sociais:  é uma nova forma de chegar perto dos clientes e as empresas devem dar muito mais atenção a esta nova forma de divulgação e comunicação.

E os queridinhos são nada mais nada menos do que o Twitter e o Facebook. Hoje, os dois juntos alcançaram status de redes sociais mais utilizadas no mundo, ultrapassando até mesmo no Brasil o Orkut e outras existentes. Estas redes não são tecnológicas são de puro relacionamento e devem ser encaradas como tal. Quando o Twitter foi criado há quatro anos, apenas adolescentes utilizavam o microblog para trocar experiências e escrever o seu diário pessoal e se comunicar com os amigos em apenas 140 caracteres, hoje esta ferramenta e o Facebook são utilizadas por grandes jornais, revistas, blogueiros e principalmente por grandes empresas para divulgar suas marcas, serviços, produtos e escutar o cliente, tanto para o bem quanto para o mal. As redes sociais deixaram o patamar de modismo para serem encaradas como ferramentas que podem aumentar o faturamento das empresas, desde que elas saibam utilizá-las corretamente. Na matéria da revista Veja, nos é relatado que a Universidade de Duke, nos Estados Unidos realizou uma pesquisa com as grandes companhias revelando o resultado de que 10% do orçamento hoje destas empresas são destinadas às redes sociais.

Mas fica dos especialistas no assunto e o no meu o seguinte comentário: para dedicar 10% do orçamento para as redes sociais, precisa-se ter absoluta certeza de que a utilização destas ferramentas será bom para os negócios. Deve-se saber principalmente, qual a melhor mídia e o que deve ser divulgado. Uma questão cultural.

Saber se engajar nas redes sociais aumenta o retorno financeiro, mas as empresas necessitam antes de tudo saber exatamente quais são as regras do jogo para que sejam mantidos os comentários positivos e, se a organização não tiver total certeza de sua participação na Internet, o melhor é ficar de fora. Mas, lembre-se: melhor contratar uma equipe rapidamente e estudar e montar uma área especializada, porque hoje ficar de fora das redes sociais é queimar o filme e acima de tudo é uma estratégia completamente arriscada. Certamente os concorrentes estarão conversando diretamente com seus clientes e tentando a todo custo resolver os problemas existentes o mais rápido possível do que aquela organização que ainda não entrou neste imenso mundo da tecnologia avançada.

Na matéria da Katia Cecotosti, editora do portal HSM Online, Charlene Li ressalta que “entrar nas redes não é o suficiente. É preciso entender o que está acontecendo em tempo real e estar pronto para interagir também em tempo real com as pessoas. Dar uma resposta em 24 horas já não é mais aceitável. “Para as empresas, ainda é difícil estabelecer o relacionamento na rede, por isso é importe ouvir, aprender com os clientes, mudando a forma de enxergar e estabelecer sempre o diálogo,”.

Muito simples o que Charlene Li nos revela: mudou a forma de comunicação com os clientes. Agora existe uma forma dinâmica de coversar direta e abertamente com os clientes. Com a simples disposição de dizer a eles que existe um problema, será resolvido, ou ainda, divulgar um produto e testá-lo de forma rápida para inseri-lo no mercado. A comunicação feita nas redes sociais traz a melhoria nos produtos, na criação de novos produtos, na linha de produção, no atendimento, etc..

Eu mesmo sigo diversas empresas e agências de publicidade que anunciam com exclusividade nas redes sociais seus produtos e anúncios antes mesmo da veiculação na TV aberta ou fechada.

Tanto a revista Veja quanto a Charlene Li ressaltaram o gigante dos cafés nos Estados Unidos, que em 2008 depois de fechar milhares de lojas achou uma oportunidade no Facebook e abriu uma comunidade com o objetivo de conversar com seus clientes. A empresa ouviu sugestões e discutiu de forma aberta a sua marca. Após abrir esta comunidade a Starbucks e outras empresas gigantes dos Estados Unidos tiveram um aumento de 20% de seu faturamento anual. O Facebook está ajudando a muitas empresas a melhorar a sua marca e é claro, a aumentar a suas vendas de produtos.

E não são apenas empresas que estão utilizando as redes sociais para divulgar seus produtos e falar com seus clientes. Muitos artistas famosos de Hollywood, cineastas e grupos de rock abriram suas comunidades no Facebook, Orkut, YouTube, Twitter para lançar seus discos, filmes, músicas, etc. Coldplay, U2, entre muitos outros participam destas redes para falar diretamente com os fãs e divulgar seus trabalhos. Recentemente, o filme “Alice no País das Maravilhas”, uma nova versão deste clássico conto e dirigido pelo excêntrico Tim Burton, teve a sua pré-estreia, com streaming aberto para os fãs para o mundo inteiro ver o seu lançamento em Londres. Somente esta página com fotos, vídeos do filme, entrevista com os atores possui mais de 1 milhão e 251 mil fãs. Já o U2, passou ao vivo via YouTube um concerto inteiro, diretamente dos Estados Unidos para todo o mundo, com anúncios via redes sociais.

Outro exemplo é o filme brasileiro “Nosso Lar”, baseado na obra do espírita de Chico Xavier, que tem estreia marcada para setembro de 2010 e está no Facebook, Orkut, Flick, MySpace e Twitter para quem quiser acompanhar.

No Brasil, empresas como a Skol, Pão de Açúcar, Petrobrás, IBM, já possuem alguma ferramenta específica desta área. Muitas empresas já estão trabalhando a pleno vapor com as redes sociais, criando o seu próprio departamento e investindo pesado, contratando os jovens da Geração Y especializados em redes sociais.

Mas estas ferramentas não estão disponíveis apenas para grandes empresas aumentarem o seu faturamento. Pequenas e médias empresas podem utilizar o Orkut, YouTube para divulgação de seus trabalhos e produtos. E muitas garantem que conseguiram popularidade com os vídeos virais, que se espalharam rapidamente pela rede.

A revista Veja conta, por exemplo, que a ideia da participação nas redes do gigante Pão de Açúcar veio do próprio dono Abílio Diniz, proprietário de um perfil no Twitter. Este empresário, de grande porte do setor brasileiro, enxergou a potencialidade das redes sociais e agora sua empresa possuiuma equipe especializada para monitorar 24 horas por dia o que seus clientes e seguidores estão discutindo.

Mas fica o meu alerta final. É uma questão cultural e de liderança. Sabemos que muitas empresas ainda não adotaram as redes sociais com medo de perder o controle. Fato que Charlene Li, também esclarece em sua palestra e como foi divulgado na matéria de Katia Cecotosti, editora do portal HSM Online:” O gestor precisa se preparar para abrir mão da necessidade de estar no controle das coisas o tempo todo. Fazer parte das redes sociais para muitas lideranças pode significar perder o controle. Mas como abrir mão do controle e continuar na liderança? Não participar das redes deixa o líder com menos chances de controle ser aberto e liderar desta forma requer da organização e de suas lideranças uma postura de ouvir ideias que podem vir de fora ou de dentro da companhia. Se a empresa estiver bem estruturada não há porque temer a falta de controle. O ideal é identificar os diferentes níveis de abertura que o líder precisará e compreender que a onda das mídias sociais é que controla as ações das lideranças, e não ao contrário.”

Ela ainda enfatiza na entrevista em que reproduzo aqui e acho de suma importância: “Você líder precisa ser mais aberto para criar uma relação de confiança e de familiaridade com seu público, mas com responsabilidade. E lembre-se: os líderes abertos são bons em entender e se recuperar de um fracasso. Entenda primeiro se você é um líder otimista ou pessimista em relação às redes, mas não se esqueça que as organizações bem sucedidas nas mídias tem uma ou mais pessoas otimistas nas lideranças”.

Para fechar o texto: com a chegada das redes sociais o relacionamento com o cliente ficou bem mais próximo e ainda permite que sejam criados novos relacionamentos e de diversas formas. Hoje não basta uma simples mensagem para o cliente, este, quer ouvir a voz da empresa. Somente as antigas técnicas de marketing não adiantam mais. O tom formal das organizações foi totalmente quebrado com a chegada das redes sociais e comandado espeficicamente pela Geração Y que está lotando o mercado e dominando plenamente esta área.

Empresa de pequeno, médio e grande analisem suas necessidades e se elas exigirem a implantação e o uso das redes sociais abrace este mundo e embarque neste transatlântico, vocês só têm a ganhar e a descobrir novas terras e novos mundos.  O diálogo está aberto.

 

Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,

Oito cidades brasileiras vão fazer parte de mais uma edição do Twestival

(reproduzo em meu blog matéria de Christina Lima para o site Nós da Comunicação, publicada no dia 19 de março de 2010, sobre o importante evento Twestival. A Plano B Consultoria apoia totalmente este evento).

Um evento no dia 25 de março envolvendo tuiteiros solidários em 175 cidades ao redor do mundo por uma causa nobre: trata-se do Twestival 2010, encontro que vai angariar fundos para a Concern Worldwide, instituição voltada para programas educacionais em países pobres. A ONG dedica-se principalmente à construção de escolas, capacitação de professores e compra de equipamentos escolares.

O Twestival reúne fora das mídias sociais voluntários para trocar ideias e arrecadar doações em dinheiro para ações do bem. No Brasil, país que está em segundo lugar em número de usuários do Twitter, o evento será realizado nas seguintes cidades: Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Belém (PA), Campinas (SP), Dourados (MS) e Americana (SP).

Nos pontos de encontro haverá local para fazer contribuições, venda de camisetas e bazar de produtos doados, mas cada localidade possui um formato diferente.

Confira mais informações sobre a programação do Twestival nas cidades brasileiras participantes:

Rio de Janeiro

São Paulo

Curitiba

– Florianópolis

– Belém

– Campinas

– Dourados

– Americana

Participe!

 

Tags: , , , ,

Você é um bom profissional de comunicação?

Em uma entrevista concedida ao site Nós da Comunicação, em março de 2010, Paulo Nassar, diretor geral da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) comenta os atributos necessários do bom profissional de comunicação.

 

Tags: , , , , , , , ,

Os desafios da integração de equipes

(texto meu publicado no blog ComunicaçãoETC, no dia 25 de fevereiro de 2010 e que eu reproduzo aqui)

Integração é juntar. Ter totalidade. Este é o desejo de todo gestor com sua equipe ou com todos os funcionários de uma empresa. É natural que os líderes e gestores peçam aos seus funcionários que saibam tudo o que está acontecendo dentro da empresa, quais os negócios, as últimas notícias, saibam o que cada diretoria está fazendo e resolvendo, para alcançar as metas estabelecidas.

Integrar é uma forma de estimular o funcionário, dar motivação e tornar o ambiente de trabalho agradável. É uma forma inteiramente correta de se pensar. Uma empresa integrada, que tem todos os seus funcionários envolvidos, consegue se desenvolver, crescer e quem sabe, vencer a concorrência. A integração é importante para se manter o foco, a união, fazer com que a equipe não perca a direção e consiga ter êxito no final dos trabalhos.

Mas, os profissionais envolvidos na escolha da uma integração devem escolher corretamente o que deverá ser utilizado dentro da organização, pois somente desta forma o fato se tornará uma realidade. O dia a dia de uma empresa muitas vezes impede que uma integração seja realizada e geralmente este tipo ação é deixado de lado pelos gestores e líderes com a desculpa que o trabalho e as metas são muito mais importantes do que juntar a equipe para que os funcionários possam se conhecer.

Você que trabalha em uma organização, não importa o cargo, responda com toda sinceridade: não é uma tarefa árdua e complexa de ser feita? Integrar todos os funcionários ao mesmo tempo não é uma tarefa complexa?

As metas são tão enlouquecedoras para vencer a concorrência, seja qual for o setor de atuação, que muitas empresas passam batido por esta tarefa de integrar, vital para o crescimento de uma empresa. Posso garantir que este trabalho é necessário.

Primeiro, o funcionário assim que é contratado deve passar por uma imersão e conhecer toda a organização. Muitos gestores esquecem a importância de se conhecer a história da empresa, os benefícios, os negócios, serviços, etc. Como o gestor vai querer que o funcionário defenda a marca, se envolva nos planejamentos estratégicos e negócios da organização se este funcionário contratado não sabe absolutamente nada do local onde ele passará mais de 8 horas de seu dia?

Na maioria das vezes, o funcionário ao chegar a uma empresa recebe um kit de boas-vindas – muito bom -, com todas as informações sobre a organização. Mas, desafio qualquer um que tenha iniciado suas atividades em uma grande corporação a me dizer se realmente leu todo o material que recebeu? O funcionário já chega tão envolvido que vai se integrando a equipe e aos negócios. Com o passar do tempo e que ele vai aprender sobre a empresa. Pode ser diante de um site, de uma Intranet ou ainda ter curiosidade de ler livros ou folheterias. Se for curioso, ele lê, mas a integração acaba ocorrendo durante o dia a dia com seus colegas de trabalho ou uma reunião aqui e ali, onde ele consegue aumentar o seu círculo de amizades e seu networking.

Agora, segue um ALERTA para os líderes e gestores. Quando for contratar uma empresa para fazer uma integração tenha cuidado na escolha. Dependendo do trabalho oferecido, as ideias para integrar podem até mesmo desintegrar a equipe.

Em uma corporação de grandes dimensões uma integração com mais de 500 pessoas é impossível de ser realizada. É melhor dividir em etapas, por diretorias ou por setor e fazer o mesmo trabalho com todos os funcionários. Já tive esta experiência e o resultado foi gratificante.

Geralmente, a integração acontece mais com a equipe de vendas, pois as metas nesta área são sempre muito agressivas e estes funcionários precisam vender bastante para vencer a concorrência. Uma equipe de vendas integrada é fundamental para uma empresa.

Meu conselho: cuidado com integração que utiliza esportes radicais como rafting, cordas que possam prender/unir um funcionário no outro, pular de grandes alturas, etc. Muitos funcionários podem apresentar dificuldades e complicações no momento desta integração. Fobias ficam latentes. Alguém por acaso já teve a oportunidade de assistir o filme: White Mile? Se ainda não assistiu, aconselho ir à locadora mais próxima. Realizado para a TV americana com o premiadíssimo ator Alan Alda, conta a história real do dono de uma agência de publicidade americana bem sucedida em Nova York que para vencer a concorrência, resolve levar todos os seus principais diretores para um rafting. Muitos no início ficaram temerosos, mas quem estava disposto a desafiar o dono da agência e perder o seu emprego? Pois bem, eles foram e uma tragédia acabou acontecendo. 99% dos diretores morreram porque não tinham experiência em esportes radicais e a maioria não sabia nadar. Uma tragédia que acabou com a vida da agência e o pior de tudo, das famílias. O dono exigiu que todos fossem e ainda zombava daqueles que apresentassem medo por descer a cachoeira. O caso acabou com a prisão e condenação do dono da agência de publicidade e os poucos sobreviventes carregam até hoje traumas que poderia ser evitados caso este presidente tivesse um pouco mais de sensibilidade e respeitasse a individualidade de seus funcionários? Fato raro dentro de uma empresa.

Eu, antes de realizar as integrações que coordenei já tinha assistido a este filme e pude aconselhar os diretores a escolher com muito cuidado as empresas que nos ofereceriam este tipo de serviço.

Quando uma integração é anunciada para a equipe, a área de comunicação, o gestor ou o líder deve passar segurança, não somente com a vida dos funcionários, caso seja feito fora da empresa, mas também, quanto ao emprego em questão. Já soube de integrações que foram grandes pegadinhas para fazer avaliações e demissões.

Faça integração como troca de postos de trabalho. Muitos presidentes vestiram a roupa do faxineiro para saber como era este serviço. Este tipo de troca trás muitos benefícios. Se sua empresa tem Call Center fique um dia no atendimento e veja como é árduo este trabalho. Tente acompanhar então um dia de um engenheiro, arquiteto, profissional de comunicação, advogado, etc. da empresa onde você trabalha. A percepção muda completamente e o trabalho que antes você poderia enxergar como enfadonho verá com outros olhos. Mas, lembre-se, esta troca não pode prejudicar o andamento dos serviços da empresa, da equipe e mais ainda o cliente final.

Saiba sempre, que uma equipe integrada será participativa, defenderá a marca e a empresa. Não importa se esta organização tem 100 ou 10 mil empregados espelhados pelo país ou mundo. Festas de confraternização bem organizadas, aniversários, reuniões para troca de informações entre áreas, premiações de vendas com integração e um excelente reconhecimento aos funcionários que se destacaram dentro da organização tornará esta equipe e todos os escalões unidos em um único objetivo e em um único foco. Vencer! Não é isto que todos queremos em nossa vida?

 

Tags: , ,

Escolha o que você deseja ler

O próximo tema a ser inserido no blog da Plano B você, que é nosso leitor, irá escolher. Vote na enquete abaixo e assim que tivermos o resultado escreveremos sobre o assunto.

Não deixe de participar!

 

Tags:

Hora do Planeta 2010



Quando a Plano B foi lançada no ano passado a Hora do Planeta 2009 estava sendo divulgada na mídia. Esta foi a primeira campanha que apoiamos e temos muito carinho por ela, pela sua importância e grandeza.

Por este motivo, solicitamos aos nossos leitores que apoiem Hora do Planeta 2010. Vamos ajudar a salvar o nosso planeta!

Acesse o site clicando na logo abaixo.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 18/03/2010 em Uncategorized

 

Logorama – o curta vencedor do Oscar em versão integral

Para os profissionais de comunicação e amantes de branding.

Antes, a Plano B havia postado um trailer, agora vocês poderão assistir a versão integral do vencedor do Oscar de 2010, na categoria curta metragem de animação.

Nicolas Schmerkin, diretor do curta levou seis anos para concluí-lo. Foram utilizadas três mil marcas em 16 minutos.

Valeu todo o sacrifício. Nicolas conseguiu um perfeito entretenimento.

Este vídeo foi inserido graças ao Videolog. Divirta-se. Está legendado em português.

[videolog 518687]

 
Deixe um comentário

Publicado por em 16/03/2010 em Uncategorized