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Motivação. Será que 50% é responsabilidade do funcionário?

08 jun

AA044448A minha primeira semana de junho foi dedicada a estudar e principalmente, fazer reciclagem para o curso de extensão que darei em setembro sobre comunicação interna. Li muitos livros sobre o assunto. Livros de comunicação empresarial e endomarketing, da ABERJE, da FGV, da autora Analisa de Medeiros Brum, do autor Saul Bekin, da Abracom, artigos do site Nós da Comunicação etc. Muitos desses livros e artigos me chamaram a atenção para a informação, integração, transparência das informações, que devem ser passadas de modo claro pelo gestor, motivação etc. São várias fórmulas e dicas para uma boa comunicação interna e corporativa e muitas passadas pela especialista Analisa de Medeiros Brum de forma extremamente importante. Mas, no meio de minha leitura desses vários livros e artigos me deparei com um assunto que já escrevi e que volto a escrever neste texto: motivação.

Confesso que é um assunto que mexe com qualquer pessoa. Em todos os seus livros, Analisa enfatiza que se deve dividir a responsabilidade da motivação, atribuindo ao funcionário pelo menos 50%, de acordo com a moderna psicologia organizacional.

Refleti muito sobre isto. Será? Sabemos que a motivação dos funcionários que trabalham em qualquer empresa não podem ser atrelados a apenas prêmios, bônus, aumentos de salários etc. Isto não é um peixinho dourado que deve ser passado com frequência para que o funcionário possa trabalhar da maneira que a empresa deseja. Eu, como uma profissional da área e que trabalhei muito com isto, acredito que valorização está acima de qualquer coisa e eu disse isto em meu texto passado. A satisfação de ser reconhecido pode ser o peixinho dourado, a cenorinha que tanto o funcionário deseja. Mas, atribuir 50% de motivação para este colaborador é um peso altamente grande. Se estiver errada, por favor, mandem comentários.

Fico pensando nas empresas que passam atualmente por problemas internos e organizacionais. Já presenciei várias com problemas nestes meus longos anos de carreira e posso afirmar que um clima desfavorável afetou e afeta completamente a motivação de equipes de vendas, de comunicação interna, engenharia, marketing, ativação, chão de fábrica etc. A sensação que tinha era de um rastilho de póvolra. Riscou, corre rápido e sem dar tempo de chamar o bombeiro. É preciso um trabalho intenso e um planejamento estratégico forte para que a motivação, o orgulho e o sorriso volte a reinar nos rostos dos funcionários que fazem a diferença dentro dessas empresas.

Não basta usar o velho jargão, que muitos profissionais odeiam mas que muitos utilizam: vestir a camisa. Caso o funcionário esteja desmotivado por qualquer motivo aparente, se a empresa estiver desestruturada, com clima de desintegração entre as equipes, não há nada que faça o funcionário vestir a camisa que ele sempre vestiu com orgulho. Nada fará com que ele saia de casa como faz todos os dias de sua vida, com aquele sorriso nos lábios e com a satisfação de que fará um excelente trabalho naquele dia.

Concordo com a autora que motivação também deve estar dentro de cada pessoa e que existem milhões de exemplos de automotivação. Bill Gates, Carlos Slim, Silvio Santos são citados como pessoas que se automotivaram. O primeiro não ligou de ser chamado de nerd, o segundo fez fortuna quando criança trocando figurinhas e o terceiro vendendo canetas dentro das Barcas que fazia a travessia Rio/Niterói. São exemplos de pessoas riquíssimas e que não esmoreceram.

Ambientes desfavoráveis acabam desestimulando todos dentro do local de trabalho. A falta de informação, de integração acaba com qualquer empresa. Como achar motivação quando o empregado muitas vezes é o último a tomar conhecimento de uma informação importante de sua empresa? Sério! Tem empresas que lançam produtos e serviços primeiro para o mercado e depois comunicam para seus funcionários.

Qual é o empregado que fica motivado ao saber que sua empresa está lançando um serviço por uma revista ou porque seu vizinho viu o anúncio primeiro que ele? Olha que existem muitas empresas no mercado que insistem neste tipo de comunicação! A comunicação interna não trabalha aliada a comunicação externa. Isto é inconcebível. O funcionário se sente desmotivado e vê que ele não é fator importante para a empresa que trabalha.

Este gestor, que deixou de se alinhar com a comunicação interna, esqueceu que o funcionário de sua empresa poderia muito bem ser o maior vendedor do produto lançado no intervalo do Fantástico?

Bem, aí vai uma dica para que a informação circule de forma rápida e transparente entre a empresa e os funcionários. Isto motiva, senhor gestor! Uma empresa tem que ser uma única equipe.

É fácil em uma grande empresa achar feudos e disputas corporativas e isto acaba gerando desorganização e climas desfavoráveis entre áreas. Sim, ainda é muito comum. Mas, acabar com este tipo de cultura é possível, porém exaustivo. É necessário principalmente planejamento, conscientização, trabalhar com os funcionários os valores, a cultura a ética da empresa. Além disso, são necessários gestores fortes e comprometidos para que a empresa volte a ter motivação, acabe com as disputas corporativas  e os feudos internos e venha a ser integrada.

O certo, e concordo com a Analisa de Medeiros Brum, é que não há fórmula mágica. Motivação é assunto sério e estudiosos estão tentando identificar fatos que possam motivar e comprometer os funcionários em um ambiente de trabalho.

Enquanto esta fórmula mágica não é achada, as empresas devem dar cada vez mais importância ao trabalho da Comunicação Interna. É por meio dela que podemos fazer circular a informação certa e segura e ainda a integração dos funcionários/empresa.

Como profissional volto a dizer: a fórmula mágica ainda está no reconhecimento/valorização. Este tipo de ação dá um “gás” ao funcionário. Mas, atenção! Não faça desta pequena ação um contentamento momentâneo, o que costumo comparar com a mulher que vai ao shopping e tem compulsão por compras para tapar um vazio existente. Valorização/reconhecimento tem que ser uma ação constante para que um dia, nós da área de comunicação, possamos achar quem sabe a tão sonhada “fórmula mágica’’.

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13 Respostas para “Motivação. Será que 50% é responsabilidade do funcionário?

  1. Renato Martinelli

    09/06/2009 at 10:13

    Não vejo números como 50%, 30% ou 60% de responsabilidade do funcionário e o restante da empresa. Acho difícil quantificar esta relação. Mas sei que ela existe, e a motivação, usada com foco no trabalho, transforma-se em engajamento e realização.
    Muito disso é construído pelo gestor direto e pelo ambiente criado por ele(a), você e seus colegas. Aí você trabalha se divertindo, com ótimos projetos e ótimas pessoas ao lado, e ainda ganha dinheiro por isso.

    Renato Martinelli
    Autor do blog Comunicação e Marketing Brasil
    http://commktbra.blogspot.com

     
  2. Daniela Saboya

    09/06/2009 at 11:18

    Oi Jana,
    Assunto polêmico, né?
    Eu acho que a motivação é em grande parte responsabilidade do funcionário mas mais importante do que determinar percentualmente quanto é contribuição da empresa e quanto do funcionário é entender, como você bem colocou, o clima da organização, a transparência na comunicação e alinhar expectativas funcionário/empresa.
    O que o funcionário espera da empresa x o que ele pode oferecer e o que a empresa espera do funcionário x o que ela pode oferecer: equilibrar essa equação, alinhar as expectativas. Acho que essa é a chave.
    Bjs,
    Dani S.

     
  3. ricardo nespoli

    09/06/2009 at 12:59

    Jana, boa análise, mas não tenho dúvida que a motivação de 80% dos empregados de qualquer empresa passa de 50% só pelo coersão do desemprego. Isto é óbvio e nada moderno. Moderno foi o que vc afirmou entre a comunicação externa e o compromisso desta com a comunicação interna. Parabéns

     
  4. Viviane Mansi

    10/06/2009 at 15:30

    Jana, concordo com o Renato quando ele diz que é difícil estabelecer uma porcentagem de responsabilidade. “cada um é cada um”, não é mesmo? Alguns funcionários podem um conhecimento mais profundo sobre si mesmo e dialogar melhor com seu gestor que tipo de ação/atividade/comportamento motiva.
    Também aproveito seu texto para discutir outro assunto: acho complicado também dizer que comunicação motiva (ela pode funcionar pra uns e não pra outros). Acredito que nosso papel seja mesmo o de engajar.

    Viviane Mansi
    Autora do blog http://www.comunicacaocomfuncionario.blogspot.com/

     
    • janamachado

      10/06/2009 at 18:06

      Oi Viviane,
      Que prazer imenso ter vc como leitora de meu blog. Também concordo, mas façi uma reflexão em cima dos trabalhos realizados nestes 10 anos de experiência ouvindo os empregados da empresa onde trabalhei e de outras do mesmo ramo.
      Como uma boa profissional corria os corredore, as áreas, todos os lugares possíveis para saber o que realmente o funcionário estava sentindo, assim como conversava com amigos meus em outras empresas fazendo benchmarking.
      Depende de cada empresa, depende de cada gestor e depende de cada clima organizacinal e depende de cada um.
      Você levantou uma bola muito imporrante. Mas será que realmente comunicação não motiva? Na minha opinião sim, como disse, vai depender do clima organizacional. Acho que tudo depende de clima.
      Digo que nosso papel inclui também ENGAJAR.
      Adorei o seu comentário, do Renato, do Ricardo e da Daniela. Esta última tive oportunidade de trabalhar junto e nós duas sabemos o quanto sofremos para fazer campanhas de motivação. Foram muitas neste caminho tão legal de comunicação corporativa.
      Obrigada por sua visita, sua leitura, seu comentário, assim como o do Renato, Ricardo e Dani.
      Volte sempre e adoro o seu blog. Parabéns!

       
  5. leobraganca

    15/06/2009 at 14:24

    Janaina,

    Foi muito providencial você levantar este tema, pois vivemos momentos de incertezas e mudanças. Vou primeiro responder a pergunta título de seu texto: Não acho que 50% seja responsabilidade do funcionário. Aliás, nem 0,01% é responsabilidade do funcionário. Não gosto de visões românticas sobre o ambiente de trabalho. Se pudessemos escolher, teríamos muito mais tempo para nossa vida pessoal do que para nosso trabalho. A correria diária nos enlouquece e no caso daqueles que trabalham por CLT, precisam cada vez mais encarar a seguinte realidade: Equipes enxutas, trabalhando mais do que deveriam e recebendo menos do que deveriam.

    Daí vem uma conclusão muito simples: Se o empregado está satisfeito, confortável, ele fica ali e produzindo bem. Se ele não está satisfeito mas não tem currículo ou coragem para sair dali, ele fica e a empresa ganha um inimigo (pagando por isso). Se ele não está satisfeito e tem competência para buscar outra oportunidade, a empresa perde esse talento.

    Por conta disso, eu acho que não há o menor sentido em querer empurrar para o funcionário responsabilidades por motivação. Daí entra numa confusão que você elucidou muito bem, que é a questão da automotivação. Sim, a motivação vem de dentro, mas por motivos externos. Ninguém se força a ter motivação. É uma pena que nunca motivação esteja aliada com oportunidade. Foi dessa forma que os nomes que você citou no post se encheram de motivação e foram atrás dos seus sonhos. Eles acreditavam que ali existia uma oportunidade. E é assim que os funcionários motivados são: Pessoas que enxergam oportunidades dentro da empresa. Não vou descrever quais tipos de oportunidades, podem ser diversas. Mas no geral, claro, todas voltadas ao crescimento.

    Por fim, quero falar desse tema da comunicação interna não ter ligação com a publicitária. É realmente um absurdo. Existem motivos para que os colaboradores não saibam das informações, eu entendo, mas que não sejam no mínimo orientados de que (exemplo) “assistam ao intervalo do Fantástico neste domingo” é realmente lamentável. Fica de público meu convite (já é o segundo, rs) para escrevermos um post sobre esse assunto.

    Parabéns pelo texto. A Plano B recebeu um banner lá no meu blog, ok? Mais que recomendado!

    Abraços, Leonardo Bragança
    http://prezadoscolaboradores.wordpress.com

     
    • janamachado

      15/06/2009 at 17:37

      Oi Leonardo,

      Achei seu comentário super bom e concordo que há restrições de realizar a comunicação da publicidade para os funcionários. Uma das minhas maiores “brigas”, pois só tinha amigos na publicidade de onde trabalhei, eram exatamente esta. Me sentia traída (rs). Existem restrições e os motivos eram sempre bobos. Sem comentários…(rs).
      Eu que trabalhei por 10 anos com comunicação interna e era a pessoa mais conhecida da área ouvia e ouvia dos funcionários tudo, mas tudo sentia na pele o desespero da motivação, falta de motivação, valorização etc. Isto porque eles confiavam em meu trabalho. Mas, uma andorinha só não faz verão. Pura verdade!
      Fica aqui, registrado publicamente que aceito o seu convite e estou lisonjeada com o banner da Plano B Consultoria em seu blog.

       
  6. M. Fernanda

    15/06/2009 at 15:44

    Olah Jana,
    Na minha opinião a comunicação interna motiva sim e darei o exemplo de minha experiência profissional que é 50% trabalhando externamente.
    Já ouviu falar que o marido traído é o último a saber? Sempre foi assim que me senti quando trabalahava em campo, as coisas aconteciam as decisões eram tomadas e ficava sabendo somente quando já era sem volta e tinha que colocar “a qualquer custo” em prática. 50% das vezes essas decisões ou lançamentos eram errôneos porque o que eles pesquisaram e decidiram já não era mais o que o mercado estava buscando.
    Isso me deixava louca porque era “chover no molhado” e via que estavam jogando dinhairo fora e isso me desmotivava.
    Um outro problema era na maioria das vezes a comunicação interna ficar no e-mail, e adivinhe, a equipe de vendas e de promoção externa não tem e-mail, ou seja, realmente ficavamos mais informados no intervalo do fantástico. As vezes a culpa eram dos gestores que não passavam as informações adiante.
    Isso foi uma das razões que me desmotivaram a trabalhar externamente já que gosto de estar muito bem informada em relação as estratégias e aos produtos que comercializava e principalmente promovia!

     
    • janamachado

      15/06/2009 at 17:43

      Fernanda,

      Vou ser sincera com você. Vi este filme por 10 anos. Nos primeiros anos ele funcionou a pleno vapor porque tinha uma gestor de primeira qualidade e que foi meu mestre com carinho. O filme foi bom, ganhava até oscar. Depois que ele saiu, continuou por mais uma ano o trabalho que ele deixou, mas com a nova direção vi um pesadelo e tudo ser feito de forma completamente errada. Sabe filme trash. Era exatamente isto. Até que veio Sexta feira parte II, IV, V…X e resolvi puxar meu barco ou puxaram por mim e ganhei o meu próprio Oscar.
      Estou super feliz hoje. Antes chorava quando tinha que ir trabalhar. Já pensou uma pessoa que trabalha com comunicação interna, tendo que motivar pessoas chorar todos os dias ao passar a roupa para sair para trabalhar? Como esta pessoa poderia passar motivação para outras.
      Foi o que aconteceu comigo.
      Posso dizer que não existe Independência ou Morte. Existe sim INDEPENDÊNCIA.
      Abs e volte sempre e sempre.

       
  7. janamachado

    18/06/2009 at 15:55

    Janaina:
    Parabéns pelo seu artigo..muito consistente. Eu sou Comunicologa e pela porta do RH acabei me tornando Diretora de RH onde dediquei 25 anos de minha vida. O meu sucesso profissional está totalmente ligado a crença que tenho na importância de uma comunicação verdadeira e contínua. Não se engana ninguém e não resolve eu querer motivação de pessoas se eu verdadeiramente não demonstrar que elas são importante para a empresa, para a missão da empresa, se eu não demonstrar que são elas que fazem acontecer as metas.Já diz o bom e velho ditado “confiança não se pede – para a termos é necessário comermos um saco de sal juntos”. Motivação- na minha ótica – é a mesma coisa !
    Abraços,
    Vera Lúcia Paiotti
    Coach Sênior
    By
    Vera Lúcia Paiotti Owner, VP Empresas Coaching&RH Estratégico

    (Este depoimento foi inserido no grupo Inteligência Emocional e Liderança no mundo Corporativo e a autora deu permissão para ser publicado no Blog da Plano B)

     
  8. janamachado

    18/06/2009 at 16:20

    Janaina,

    Li o seu artigo e achei bem interessante a abordagem.
    Na minha opinião motivação vem de dentro do indivíduo, não acredito que ninguém pode motivar alguém se esta pessoa não quiser.

    Por outro lado, vejo que não existe transparência dentro das empresas, as pessoas estão cada vez mais ambiciosas e olhando mais para seu umbigo, ou superiores ou pares que tem inveja de um indivíduo porque podem passar a ganhar mais que ele, ou ter mais prestígio que ele, não o ajuda a se desenvolver, ou se não ajuda pelo menos não faz nada para ajudar. É uma pena as as pessoas serem tão egoístas mas é o que mais tenho visto no mundo corporativo. Um outro fator importante é que muitas empresas não estão engajadas em fazer o profissional crescer. Vendem uma imagem de que a empresa está preocupada com o profissional, com a comunicação interna, com seus talentos, etc, mas na prática isto não é sincero, é como uma frase que alguns nós brasileiros usamos “para inglês ver”. Existe muito disso, as empresas fazem uma campanha interna mas que não reflete a realidade, que não é sincera. É quase como se o que dizem não coincide como agem, ou como fazem. É como se fosse feito para “ticar um box” apenas. Falta nas empresas sinceridade, transparência, honestidade, ética. Falta tratar o indivíduo como ser humano que é.

    A relação empregado/empregador/funcionário/empresa é uma relação, e relacionamentos se desenvolvem de forma humana, sincera, honesta. O relacionamento deve ser uma troca, para que se possa crescer, não é barganha!!

    Vera, gostei muito de tudo que disse, seria bom se todos profissionais de RH pensassem como você.

    Um abraço
    Dilma
    Posted by Dilma Lopes

    (Este depoimento foi inserido no grupo Inteligência Emocional e Liderança no mundo Corporativo e a autora deu permissão para ser publicado no Blog da Plano B)

     
  9. Ricardo Veloso

    22/06/2009 at 23:01

    Jana,

    Comunicação Interna, plano de acões para valorização do empregado, e outras mil outras coisas que você conhece muito bem, pode sim motivar o empregado, mas também pode ser um tiro no pé dos gestores (em todos os níveis da organização) e ter o resultado inverso quando só ficam no âmbito do marketing, ou melhor, no âmbito marketeiro deixando claro a total falta de respeito com os empregados. O resultado disso acaba sendo a total perda de credibilidade nos gestores e na área de comunicação interna (bem de acordo com o dito em seu post mais recente) e um turn-over crescente.

    Daí pra frente, reverter a situação é praticamente impossível, pois o custo será exorbitante, ainda mais num mundo onde somente os acionistas são levados em consideração.

    Abraços

    Ricardo Veloso

     
    • janamachado

      23/06/2009 at 00:05

      Rick, meu grande amigo,

      Como seu o que escreveu no seu comentário, mas acho hoje, analisando friamente, sou da corrente que a área de comunicação interna deve ficar subordinada a Presidência. Somente desta forma terá uma visão mais sistêmica e estará atendendo de forma global a todas as áreas que necessitam de comunicação.
      Quando a motivação é bem feita, não ocorre o tiro no pé. Os gestores tem que aprender a escutar a sua equipe e este é o grande problema das organizações. Muitos gestores não sabem escutar a sua própria equipe e as ações realmente acabam virando tiro no prá, a comunicação interna fica completamente desacreditada e desvalorizada.
      Obrigada pelo seu comentário e espero vê-lo mais vezes por aqui.
      Jana

       

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