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A falta de rapidez na comunicação interna

13 abr

comunicacao-digital

Tenho conversado muito com minha amiga e jornalista Vany Laubé, criadora do excelente blog Mosaico Social (http://www.mosaicosocial.blogspot.com)  sobre vários assuntos e um deles é a comunicação digital. Pude perceber que o jornalista que não estiver antenado com as mais diversas tecnologias que surgem diariamente estará fora do mercado.

Conversamos muito sobre Web 2.0 uma realidade já vivida por todos nós que somos internautas, Web 3.0 a  próxima revolução, Twitter – a nova sensação mundial, Facebook, Blogs, Orkut etc. Ferramentas, aplicativos e plataformas que estão estourando no mercado e que aproximam rapidamente as pessoas em todo o mundo. Claro que Twitter, Facebook não podem ser utilizadas por uma empresa, mas estas ferramentas não deixam de ser excelentes para que outros aplicativos possam ser criados e comunicar rapidamente uma notícia dentro de uma empresa. Por meio destas ferramentas e idéias que se criam meios de comunicação para as organizações.

O sms por exemplo, antes utilizado pelos adolescentes, virou mania entre executivos de empresas que utilizam seus BlackBerry’s para qualquer tipo de comunicação.

Manter um colaborador informado é primordial dentro de uma organização. Muitas empresas investem pesado em Jornal Mural semanal, criam intranets super caras e que levam meses para serem idealizadas, reformadas e instaladas. O engraçcado é que quando chega a implantação a ferramenta já está ultrapassada. A velocidade da tecnologia não acompanha a criação. Então porque não utilizar idéias simples e que podem ser práticas e úteis dentro de uma empresa?  Meios digitais que possam manter todos os colaboradores integrados e informados com que está acontecendo?

Até mesmo dentro de uma empresa, em menos de uma hora, uma notícia pode ficar velha rapidamente ou sofrer o ataque do “rádio corredor”. Um meio de comunicação que muitas vezes é destruidor.

Não podemos negar que as empresas são extremamente lentas e muitas vezes não entendem que a comunicação tem que andar de mãos dadas com a tecnologia. A todo instante temos que aprender novas ferramentas e novidades tecnológicas para que a comunicação tanto interna quanto externa possa ser rápida e se reverter rapidamente na proposta solicitada pelo cliente.

As empresas não estão totalmente preparadas para acompanhar estas maravilhas tecnológicas e implantá-las no real time em que são lançadas. Falta agilidade ao departamento de compras, onde se realizam as concorrências e na maioria dos casos os gestores de comunicação que trabalham nessas grandes empresas são impedidos de investir na melhor e mais nova ferramenta que há no mercado.

Os jornalistas se desdobram para aprender e divulgar na linguagem mais simples estas maravilhas do mundo moderno e como elas podem ser utilizadas e como podem ser úteis para a comunicação externa e interna de uma empresa. Então porque ainda esta lentidão? Porque não há um esforço para acompanhar estes avanços? Porque empresas grandes insistem em ferramentas antigas para satisfazer gestores com idéias medievais e ultrapassadas? O que é mais importante: ter um colaborador informado e integrado com a gestão da empresa ou um colaborador desinformado e não integrado com as metas e objetivos da empresa? Qual é a melhor ferramenta a ser utilizada: a de sempre ou investir na mais moderna e mais rápida informação?

Em um mundo altamente globalizado, a integração é fundamental e a tecnologia é a maior responsável por isto. Resta saber o que realmente as empresas desejam para elas. Porque em minha opinião sem os avanços tecnológicos e sem acompanhar de perto o que estas ferramentas oferecem as empresas estão fadadas a permanecerem na obscuridade.

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1 comentário

Publicado por em 13/04/2009 em Comunicação Interna

 

Uma resposta para “A falta de rapidez na comunicação interna

  1. Vany Laubé

    14/04/2009 at 16:33

    Jana, você me citou!!! Gracinha! Mas, você sabe? Eu acho que o Twiter até pode ser usado dentro da empresa, sim. O que impede é a abertura da Intranet para isso. Mas imagine só o presidente usar um microblog e você ter, em departamentos pessoas que se tornam líderes natos a serem seguidos pelo simples fato de ser pessoas interessantes, descoladas, de trazer resultados diferenciados e de – por terem um espaço para falar sobre suas habilidades ou o ue fazem, pensam, como fazem,o que estão lendo, suas preferências de lazer de fim de semana, o filme que viram, o livro que leram, não criarem uma legião de seguidores? Por que não? A Oi criou um “Orkut” paralelo interno para conhecer a mente de seus funcionários da geração Y, para entender e procurar reter talentos – justamente usando o que há de mais moderno em termos de tecnologia para reproduzir internamente o que acontece aqui fora e, com isso, ENTENDER a mente criativa dessa nova “galera”.

    Você está cobeta de razão ao dizer que, na verdade, o grande lance é cada empresa fazer o dever de casa diante desse momento de quebra de paradigma e repensar-se por inteiro, questionando o que ela quer daqui em diante. Seus objetivos ditarão as ferramentas necessárias para atingi-los. E isso é coisa para comçar já e se consolidar em, no máximo cinco anos. Ou, bau bau Juvenal.
    Beijuuuuuuu 🙂 E brigadu pela citação, mas eu só sou aprendiz de mídias sociais, tendo criado o blog para aprender a mexer com tudo isso, acredite. Bebezinha, mas lá, fazendo o dever de casa…

     

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